Fiel à traição chocante que cometeu para com o seu eleitorado, impenitente na sua conversão a guardião do estabelecimento norte-americano, Donald Trump levou com ele para a China toda a plataforma de financiamento e propaganda do Regime Epstein. Reparem só:

 

 

Não há aqui ninguém que não seja um globalista-transhumanista. Não há aqui ninguém que não seja um agente do capitalismo corporativo que tem somado biliões à custa do empobrecimento das massas no Ocidente. Não há aqui ninguém que de boa fé possa representar o mandato populista que fez regressar à Casa Branca o magnata de Queens.

Entre agiotas dos cartões de crédito, senhores do universo de WallStreet, com Larry Fink, da BlackRock, à cabeça (que por acaso também é co-director do WEF), e tecno-leninistas de Silicon Valley, venha o diabo e escolha.

Elon Musk (Tesla), Tim Cook (Apple), Stephen Schwarzman (Blackstone/WEF/Bilderberg) e David Solomon (Goldman Sachs) são directa ou indirectamente (Solomon) mencionados nos ficheiros Epstein, inúmeras vezes.

Dina Powell McCormick (Meta) está ligada ao World Economic Forum e já participou em reuniões do grupo Bilderberg. Desde que assumiu o cargo de vice-presidente da Meta em Janeiro de 2026, é uma das principais executivas responsáveis pela expansão da infraestrutura de IA, incluindo a construção e financiamento de datacenters em grande escala.

Jensen Huang, o CEO da NVIDIA que está constantemente a anunciar, sem dar disso evidência, que a Inteligência Artificial Geral já é uma realidade e a enganar o público sobre as consequências das tecnologias de IA na sociedade, no emprego e na economia, tem também ligações ao WEF.

Kelly Ortberg (Boeing) é o homem do complexo militar-industrial, participante do grupo Bilderberg e ex-presidente da Aerospace Industries Association, uma entidade profundamente envolvida nos chorudos, secretos e corruptos contratos firmados entre o governo federal americano e as empresas da indústria de defesa, aeronáutica e espacial dos EUA.

Na comitiva política, Trump integrou, entre outros agentes do Estado profundo como Stephen Miller, o conselheiro científico Michael Kratsios, que é o infiltrado da Palantir na actual administração, o representante para o comércio da Casa Branca, Jamieson Greer, que participou na última reunião do clube Bilderberg, e o secretário do tesouro Scott Bessent (antigo gestor de fundos de Soros), que se tem recusado a divulgar os relatórios bancários que detalham a rota financeira, transferências e movimentos bancários suspeitos da rede Epstein.

É com esta gente que Trump gosta de se rodear e que considera digna de uma visita de estado ao Império do Meio. Esta gente que o seu eleitorado votou para que combatesse.

E já agora, o que é que o retardado secretário da guerra, Pete Hegseth, foi fazer a Beijing? Implorar para que a marinha de guerra chinesa o ajude a abrir o Estreito de Ormuz?