Carlos III confirmou, no seu ‘Discurso do Rei’, que o governo dará seguimento a um programa nacional de Identidade Digital.

 

Cuidadosamente cenografado entre a anacrónica talha dourada cravejada de diamantes do seu trono de Rei WEF, e rigorosamente trajado segundo o rigor da germânica, fingida britânica, casa de Saxe-Coburgo-Gota (Windsor apenas desde a Primeira Guerra mundial), o monarca anunciou o programa distópico de vigilância e controlo orwelliano das massas nestes termos peremptórios:

“Os meus ministros darão seguimento à implementação da Identidade Digital.”

 

 

A medida enquadra-se no âmbito do Projecto-Lei de Acesso Digital a Serviços do regime Starmer.

Por agora, o público terá a opção de utilizar ou não o sistema, que será gratuito para todos os que optarem por participar. Por agora. Porque mais uns anos poucos e será, de uma maneira ou de outra, para “salvar” isto ou aquilo, obrigatório, como é óbvio (conforme o manual de normas dos leninistas-globalistas)

Para já, a Identidade Digital tem como objectivo permitir que as pessoas comprovem a sua identidade online num único local para serviços como vales de creche gratuita, declarações de rendimentos, passaportes e cartas de condução. Mais tarde será incontornável para o exercício da cidadania.

 

 

A actual versão voluntária surge após uma forte reacção negativa a uma proposta anterior que tornaria as Identidades Digitais obrigatórias. Este plano foi atenuado após ampla oposição. Keir Starmer tinha inicialmente defendido a obrigatoriedade das Identidades Digitais para modernizar os serviços públicos e reforçar a verificação do direito ao trabalho. A abordagem revista dá agora aos indivíduos a opção de utilizar ou não o sistema. Por enquanto.

Seja como for, o Rei que vendeu a alma ao diabo está mesmo empenhado em implementar a distopia WEF. Mas quem é que o elegeu para apoiar programas políticos de carácter distópico, comportamento que vai contra os ditames da monarquia parlamentar britânica, pelo menos desde 1688?

Carlos é o derradeiro argumento em favor da república.