Carlos III confirmou, no seu ‘Discurso do Rei’, que o governo dará seguimento a um programa nacional de Identidade Digital.
Cuidadosamente cenografado entre a anacrónica talha dourada cravejada de diamantes do seu trono de Rei WEF, e rigorosamente trajado segundo o rigor da germânica, fingida britânica, casa de Saxe-Coburgo-Gota (Windsor apenas desde a Primeira Guerra mundial), o monarca anunciou o programa distópico de vigilância e controlo orwelliano das massas nestes termos peremptórios:
“Os meus ministros darão seguimento à implementação da Identidade Digital.”
NOW – King Charles: “My ministers will also proceed with the introduction of Digital ID.” pic.twitter.com/hH328WC9g3
— Disclose.tv (@disclosetv) May 13, 2026
A medida enquadra-se no âmbito do Projecto-Lei de Acesso Digital a Serviços do regime Starmer.
Por agora, o público terá a opção de utilizar ou não o sistema, que será gratuito para todos os que optarem por participar. Por agora. Porque mais uns anos poucos e será, de uma maneira ou de outra, para “salvar” isto ou aquilo, obrigatório, como é óbvio (conforme o manual de normas dos leninistas-globalistas)
Para já, a Identidade Digital tem como objectivo permitir que as pessoas comprovem a sua identidade online num único local para serviços como vales de creche gratuita, declarações de rendimentos, passaportes e cartas de condução. Mais tarde será incontornável para o exercício da cidadania.
David Icke talks some sense,
If you want to know what a Digital Identity Card Britain will look like, look at China today. Digital ID is a tool of oppression and social control favoured by authoritarians control freaks like Starmer. Stalin and Hitler would have loved it,… https://t.co/V86Pr72F2r— Jean deValette (@Jean_deValette) October 22, 2025
A actual versão voluntária surge após uma forte reacção negativa a uma proposta anterior que tornaria as Identidades Digitais obrigatórias. Este plano foi atenuado após ampla oposição. Keir Starmer tinha inicialmente defendido a obrigatoriedade das Identidades Digitais para modernizar os serviços públicos e reforçar a verificação do direito ao trabalho. A abordagem revista dá agora aos indivíduos a opção de utilizar ou não o sistema. Por enquanto.
Seja como for, o Rei que vendeu a alma ao diabo está mesmo empenhado em implementar a distopia WEF. Mas quem é que o elegeu para apoiar programas políticos de carácter distópico, comportamento que vai contra os ditames da monarquia parlamentar britânica, pelo menos desde 1688?
Carlos é o derradeiro argumento em favor da república.
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