Céu de Sesimbra, 7 de Maio, 15h00:
A foto foi tirada na direcção sul. Qualquer pessoa que aqui viva sabe que a rota da aviação comercial que é visível na Costa Azul passa ao largo no vector sudeste-oeste (até o Grok sabe que assim é). O que aqui vemos são rastos no vector norte-sul.
O Grok também sabe que a Força Aérea não tem rotas rotineiras que por aqui passem. E muito menos a base de Montijo teria caças a voar por aqui nesta quantidade (a imagem mostra onze rastos). Aliás, a base aérea de Montijo não tem caças. Tem apenas aviões de transporte e vigilância que são os seguintes:
EH-101 Merlin – Helicóptero
C-130H/H-30 Hercules – Turbo-Hélice
EADS C-295M – Turbo-Hélice
Falcon 50 – Jacto
Portanto, o único avião a jacto capaz de deixar estes rastos é o Falcon. Mas a base do Montijo tem apenas dois em operação. Não chegam para o xadrez deste céu.
Que outra explicação plausível temos para o fenómeno?
Ainda no outro dia falava com um ex-piloto da força aérea que me garantia que os chemtrails são reais. Que nos estão a envenenar a todos. Que o que vemos nos céus de Portugal e por todo o Ocidente não tem outra explicação plausível. Que fazia o tracking de voos suspeitos e que a mais das vezes os seus percursos nada tinham a ver com rotas comerciais ou militares e que eram próprios de quem pretende nitidamente espalhar produtos químicos na atmosfera.
Para além de me fazer alguma espécie o facto de existirem pilotos que estejam dispostos a este crime contra o planeta e a humanidade (sim, há gente para tudo, mas é essa gente predisposta a qualquer infâmia que me faz espécie), para além de não se perceber sequer que aviões são estes, de onde partem e de que infraestrutura dependem; o que me espanta, como sempre neste tipo de situações, é a complacência, a inacção, a cegueira auto-induzida, a estupidez paralítica das pessoas. Porque qualquer indivíduo com mais de 30 anos percebe que este é um fenómeno recente. Há um antes e um depois, claríssimo, nos céus. Mas ninguém diz nada.
Há em Bruxelas, em Estrasburgo, em Lisboa, e por todas as radicais academias deste nosso mundo em queda livre, quem planeia isto, quem manda executar e quem executa, quem permite, quem colabora. Quem são? Que produtos estão a ser disseminados na atmosfera? Com que base científica?
Isto apesar de, como o ContraCultura tem documentado regularmente, estas acções nefastas serem já alvo do domínio público. Mas ainda assim, ninguém quer falar sobre o assunto. Ninguém faz perguntas. Ninguém se importa com isto. E os venturas da vida também não, claro. Os venturas da vida são parte do problema, porque não querem ser tratados como “lunáticos conspiradores” que precisam de tomar medicamentos, por aqueles que acham que são mais inteligentes e esclarecidos que os outros enquanto são alegremente sodomizados pela classe Epstein.
Falta-lhes, a estes simulacros da dissidência política e cívica, a coragem, a responsabilidade, o sentido de dever em função do bem público. Os populistas que temos, regra geral, querem ser globalistas quando forem grandes. Não vão contra o sistema, por muito luciferino que seja, porque são aspirantes do sistema.
E, assim sendo, com estes políticos que oscilam entre o mafioso instituído e o candidato a mafioso; com estas massas adormecidas, inertes, gado de tal forma obediente que nem se deixa tresmalhar, será alguma vez possível um movimento de rejeição dos poderes sinistros a que estamos sujeitos?
Será, talvez. Quando for tarde demais.
Quando a canalha que rege o Ocidente já tiver transformado este mundo num Inverno perpétuo.
Paulo Hasse Paixão
Publisher . ContraCultura
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