É mais que óbvio que esta história do Hantavírus, como todas as que deste género de repente rebentam no ambiente mediático global, está muito mal contada. Mas seja como for, é pertinente dizer o seguinte: só há uma hipótese deste agente patogénico se propagar como uma pandemia e essa hipótese é a de ter sido manipulado geneticamente, em laboratório, para aumentar exponencialmente o seu potencial de propagação junto da população humana.

O Hantavírus comum não é um vírus respiratório e tem uma capacidade de contágio muito baixa. 
 

 

Até os demónios da Organização Mundial de Saúde confirmam o óbvio.

 

 

É aliás precisamente pelas características deste vírus que a história está mal contada, porque entretanto começaram a sair notícias de que, para além dos pacientes confinados no navio-cruzeiro em Espanha, há infectados em Israel, Singapura, Suíça, Alemanha, França, Taiwan, Países Baixos e etc., e há quantidades malucas de gente parva a entrar em pânico por causa disso.

Acontece que em quase todas estas localidades os casos referem-se a pessoas que viajaram no cruzeiro e que dele saíram entretanto, nas escalas que fez pelo mundo (em alguns casos, passageiros que depois voaram para os seus países de origem). Duas excepções apenas: Israel e Taiwan, cujos infectados não viajaram no navio nem tiveram, que se saiba, qualquer contacto com os passageiros (embora o contacto não signifique contágio, de todo).

A excepção de Israel é preocupante, apesar de, aparentemente, se tratar de um doente que contraiu o vírus em 2025. E é preocupante, não por causa do vírus. É preocupante porque qualquer fenómeno deste género que se relacione directa ou indirectamente com os sionistas será sempre deveras suspeito.

A história está mal contada também porque a imprensa corporativa aproveita sempre qualquer possibilidade de instalar o medo para recuperar as audiências perdidas, e as redacções estão a inocular doses massivas de desinformação e histerismo sobre o Hantavírus como se disso dependesse o pagamento dos ordenados dos seus apparatchiks.

Nada de novo aqui. E muito provavelmente para a semana já ninguém se vai lembrar do surto tenebroso do vírus dos ratos. A não ser, claro, que se confirme a hipótese alternativa que enunciámos no princípio deste texto, de que este vírus, como aconteceu com a Covid, tenha entretanto sido sujeito a ganho de função num qualquer laboratório secreto, financiado pelos suspeitos do costume.

 

 

No meio disto tudo e para aumentar o ruído, os ‘doutores pfizer’ aproveitam para retomar a narrativa de 2021 e 2022, estigmatizando aqueles que, assertivamente, recusaram as vacinas mRNA e demonstrando à audiência global que há muita gente – e principalmente na classe médica – que não aprendeu nada de nada com o pesadelo Covid-19.