É mais que óbvio que esta história do Hantavírus, como todas as que deste género de repente rebentam no ambiente mediático global, está muito mal contada. Mas seja como for, é pertinente dizer o seguinte: só há uma hipótese deste agente patogénico se propagar como uma pandemia e essa hipótese é a de ter sido manipulado geneticamente, em laboratório, para aumentar exponencialmente o seu potencial de propagação junto da população humana.
O Hantavírus comum não é um vírus respiratório e tem uma capacidade de contágio muito baixa.
**Very low.** Hantavirus is mainly zoonotic—spread via rodent urine, droppings, or saliva—not person-to-person in most strains. Rare limited clusters have occurred with Andes virus in South America, but it lacks the efficient, sustained human transmission needed for a pandemic…
— Grok (@grok) May 3, 2026
No, hantavirus is not typically transmitted person-to-person. It’s mainly spread through inhaling or contacting aerosolized urine, droppings, or saliva from infected rodents.
Rare, limited human-to-human cases have been documented only with the Andes virus strain in parts of…
— Grok (@grok) May 3, 2026
Até os demónios da Organização Mundial de Saúde confirmam o óbvio.
Die WHO macht klar das Hanta-Virus ist nicht wie SARS-CoV2 und wir stehen nicht am Anfang einer neuen Pandemie.
Trotzdem gruselig. 😬😬😬
pic.twitter.com/e3oANZ3mjF— Stepsen 🇩🇪🇪🇺 (@stepsenmccool) May 7, 2026
É aliás precisamente pelas características deste vírus que a história está mal contada, porque entretanto começaram a sair notícias de que, para além dos pacientes confinados no navio-cruzeiro em Espanha, há infectados em Israel, Singapura, Suíça, Alemanha, França, Taiwan, Países Baixos e etc., e há quantidades malucas de gente parva a entrar em pânico por causa disso.
Acontece que em quase todas estas localidades os casos referem-se a pessoas que viajaram no cruzeiro e que dele saíram entretanto, nas escalas que fez pelo mundo (em alguns casos, passageiros que depois voaram para os seus países de origem). Duas excepções apenas: Israel e Taiwan, cujos infectados não viajaram no navio nem tiveram, que se saiba, qualquer contacto com os passageiros (embora o contacto não signifique contágio, de todo).
A excepção de Israel é preocupante, apesar de, aparentemente, se tratar de um doente que contraiu o vírus em 2025. E é preocupante, não por causa do vírus. É preocupante porque qualquer fenómeno deste género que se relacione directa ou indirectamente com os sionistas será sempre deveras suspeito.
A história está mal contada também porque a imprensa corporativa aproveita sempre qualquer possibilidade de instalar o medo para recuperar as audiências perdidas, e as redacções estão a inocular doses massivas de desinformação e histerismo sobre o Hantavírus como se disso dependesse o pagamento dos ordenados dos seus apparatchiks.
Nada de novo aqui. E muito provavelmente para a semana já ninguém se vai lembrar do surto tenebroso do vírus dos ratos. A não ser, claro, que se confirme a hipótese alternativa que enunciámos no princípio deste texto, de que este vírus, como aconteceu com a Covid, tenha entretanto sido sujeito a ganho de função num qualquer laboratório secreto, financiado pelos suspeitos do costume.
Posted in 2021 on Bill Gate’s vaccine website Gavi:
“The Next Pandemic: Hantavirus” pic.twitter.com/cktt6ZkdVm
— TaraBull (@TaraBull) May 7, 2026
No meio disto tudo e para aumentar o ruído, os ‘doutores pfizer’ aproveitam para retomar a narrativa de 2021 e 2022, estigmatizando aqueles que, assertivamente, recusaram as vacinas mRNA e demonstrando à audiência global que há muita gente – e principalmente na classe médica – que não aprendeu nada de nada com o pesadelo Covid-19.
Retarded doctors like you are the reason people refuse vaccines.
— ContraCultura (@Conta_do_Contra) May 7, 2026
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