A web rebenta por estes dias com anúncios e prenúncios, revelações e insinuações, descobertas e encobrimentos relacionados com o fenómeno OVNI.

O governo federal americano e o Congresso vão dando indícios de que estamos prestes a ser bombardeados com mais uma operação gigantesca de desinformação sobre o assunto.

Escusado será dizer que o ContraCultura não vai acreditar numa palavra, não vai creditar um só documento, que saia desta manobra.

Os dados que o Regime Epstein deitar cá para fora serão falsos e serão manipulados, serão dúbios e ambíguos e serão apenas uma pequena fracção, politicamente condicionada e adequadamente polida, da informação que recolheram ao longo de décadas. Aliás, a besta que neste momento reside na Casa Branca admite isso já à partida, quando diz que vão divulgar “muitas coisas” de entre todas as coisas que têm.

 

 

O entusiasmo de plástico de Nick Sortor, o insuportável propagandista que publicou esta notícia (os apparatchiks do regime Trump são ainda mais desavergonhados e enjoativos que os comissários do regime Biden, o que não é nada fácil), diz tudo o que precisamos saber: esta será mais uma psyop do que outra coisa qualquer, mais um esforço flagrante e manhoso para alienar as massas.

Não é aliás por acaso que, desde o anúncio de Trump de que ia desclassificar os ficheiros OVNI do governo federal, estão a desaparecer investigadores, informadores e agentes dos Estado profundo relacionados com o fenómeno, como Neil McCasland, David Wilcock e James Sullivan. E isto, para além das mortes de cientistas ligados a tecnologias secretas da NASA e do Pentágono que temos documentado recentemente, e que podem ou não estar relacionados com este mesmo assunto.

E outros mais vão desaparecer antes da tão propagada divulgação dos ficheiros OVNI ser concretizada. Esta gente não brinca em serviço e operação de desinformação em grande escala que está a ser preparada não pode ter pontas soltas.

É também claro que aquilo que transitar para o domínio público continuará a reforçar a narrativa fraudulenta dos homenzinhos cinzentos de outros planetas, quando é hoje mais que evidente que o fenómeno não tem nada que ver com isso. Como até a congressista Anna Paulina parece admitir.

 

 

E escrevo isto correndo algum risco de errar o alvo, porque estão a circular notícias que os ficheiros escolhidos para divulgação pública apontam mais para entidades interdimensionais e espirituais do que para seres extra-terrestres. Mas, sinceramente, custa-me a crer que o estabelecimento em Washington queira seguir por esse caminho.

 

 

Nem será por acaso que David Wilcock, o investigador que escreveu isto, apareceu suicidado:

 

 

E é como diz Tim Dillon, neste magnífico exercício de sátira e lucidez: o projecto “disclosure” vai passar num instantinho a uma fabricada e mal amanhada invasão alienígena, que, acto contínuo, servirá às elites de pretexto para que imponham mais um ciclo de medo e tirania sobre as massas e, na pior das hipóteses, para nos enfiarem a todos, enfim, em campos de concentração. Em nome da nossa segurança, claro.

 

 

No entretanto, começo a ficar realmente enjoado com a ingenuidade, a negligência e a estupidez dos infelizes (são muitos) que ainda se conseguem entusiasmar quando o governo federal americano lhes diz que vão ter acesso à verdade dos factos, quando é mais que evidente que a primeira missão do governo federal americano – e de todas as suas luciferinas agências – é precisamente a de impedir que a verdade dos factos caia no domínio público, seja sobre que assunto for.

 

 

Restringindo este parágrafo apenas ao deprimente século XXI (e sem querer ser exaustivo), as autoridades norte-americanas mentiram sobre o 11 de Setembro, mentiram sobre as guerras consequentes, mentiram sobre a crise do subprime de 2008 (e tudo à volta), mentiram sobre a Covid, mentiram sobre os as máscaras, os confinamentos e as vacinas, mentiram sobre as eleições de 2020, mentiram sobre os acontecimentos de 6 de Janeiro de 2021, mentiram sobre a guerra na Ucrânia, mentiram sobre a morte de Charlie Kirk, mentiram e mentem sobre a guerra no Golfo Pérsico. Vão agora dizer-nos a verdade sobre aquela que poderia até ser a revelação mais importante da história do Sapiens depois do Sermão da Montanha?

 

Por

amor

de

Deus.

 

 

Paulo Hasse Paixão
Publisher . ContraCultura