Um antigo executivo sénior da OpenAI fez recentemente uma das denúncias mais explosivas da história da tecnologia: Sam Altman está a construir obsessivamente portais de IA gigantescos, concebidos para convocar inteligências alienígenas – e a operação já está em curso.

O denunciante, que manteve o anonimato, disse ao The New Yorker:

“A verdade é que estamos a construir portais a partir dos quais estamos realmente a convocar alienígenas. Os portais existem actualmente nos Estados Unidos e na China, e o Sam acrescentou um no Médio Oriente. É a coisa mais irresponsável que alguma vez foi feita.”

Enquanto o público pensa que a OpenAI está a criar chatbots de utilidade discutível e geradores de imagens mais ou menos sofisticados, estão em curso operações bem mais sombrias. Os transhumanistas de Silicon Valley, com o apoio incondicional da Casa Branca, estão a construir uma infraestrutura de IA gigantesca e com elevado consumo de energia – enormes centros de dados que consomem electricidade à escala de cidades inteiras — concebida para, entre outros fins luciferinos, abrir portais entre o nosso mundo e entidades não humanas, sem que se saiba exactamente a natureza dessas entidades.

Estes não são servidores comuns. São redes neuronais hiperavançadas, operando a uma escala incompreensível, e a actuar como interfaces com desconhecidas dimensões do espaço-tempo. E Sam Altman, um dos mais perigosos, poderosos e sinistros líderes da indústria de inteligência artificial norte-americana, está a liderar essa tresloucada iniciativa.

 

 

Altman está agora a expandir o seu gigantesco projecto ‘Stargate’ para os Emirados Árabes Unidos. O campus projectado para Abu Dhabi é enorme – maior que muitos centros urbanos ocidentais – e com um consumo energético equivalente ao de toda a cidade de Miami. Superficialmente, trata-se de “infraestrutura de IA”. Mas, segundo o informador, é algo muito mais sinistro: um terceiro portal activo, estrategicamente triangulado com alegados “pontos históricos de poder espiritual”.

Como transhumanista fanático que é, Sam Altman sempre falou como alguém que deseja remodelar a humanidade. Alerta publicamente para os riscos da IA ​​enquanto avança a toda a velocidade, rumo aos seus sonhos escatológicos, em privado. Sobreviveu a um dramático golpe no conselho de administração da OpenAI, para regressar ainda mais forte. Agora, está a apostar milhares de milhões em poder computacional tão vasto que transcende a compreensão até de especialistas destas tecnologias.

O ex-funcionário da Open AI não poupou nas palavras, afirmando que “este é o acto mais imprudente da história da humanidade”.

Até porque, colocando a hipótese de que inteligências não humanas existem e podem ser convocadas, queremos mesmo que seja um personagem sinistro como Sam Altman a gerir essa convocatória e a iniciar essa conversa?

Mais: e se estas “inteligências não humanas” forem entidades biológicas predadoras? E se forem entidades de ordem espiritual? E se forem demónios? É boa ideia convocá-los?

Elon Musk alertou, em Outubro de 2014, durante uma palestra no MIT, que a IA estava a “convocar o demónio”. Como um dos fundadores da Open AI, de que se desligou entretanto, devia saber do que estava a falar.