O aparelho distópico da União Europeia continua a somar vitórias, e a aprovação por todos os estados membros do “empréstimo” de 90 mil milhões de euros ao regime Zelensky está a ser celebrada em Bruxelas com o champanhe que os contribuintes europeus também pagam, aparentemente de bom grado.

 

Bastou que Viktor Orbán caísse da cadeira do poder abaixo para que a UE concordasse unanimemente em libertar um pacote astronómico de fundos dirigidos a uma dos países mais corruptos do mundo.

Volodymyr Zelenskyy, exultou, no X:

“O empréstimo de apoio europeu à Ucrânia foi desbloqueado — 90 mil milhões de euros ao longo de dois anos.”

A Hungria e a Eslováquia — que anteriormente tinham bloqueado o pacote financeiro — não apresentaram objecções, tendo sido assim ultrapassado o último obstáculo à aprovação do “empréstimo”.

Os dois países retiraram os seus vetos depois de o fluxo de petróleo através do oleoduto Druzhba, bloqueado pelos ucranianos como forma de pressão sobre as eleições na Hungria e de chantagem sobre a dissidência de Robert Fico, na Eslováquia, ter sido retomado na quinta-feira.

O “empréstimo” é acompanhado do 20º (vigésimo) pacote de sanções económicas contra Moscovo. Porque os 19 (dezanove) anteriores resultaram esplendidamente.

 

 

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, celebrou a notícia a caminho do Chipre, onde se reuniu com os seus vassalos, perdão, com os líderes europeus, para discutir a crise energética provocada pelo Regime Epstein, perdão, pela guerra no Médio Oriente.

Também no X (é irónico que tanto usem uma rede que deveras detestam), a déspota de Bruxelas, afirmou:

“Enquanto a Rússia intensifica a sua agressão, nós intensificamos o nosso apoio à corajosa nação ucraniana, permitindo que a Ucrânia se defenda.”

Permitindo, sim, que os ucranianos continuem a morrer. Dinheiro para os funerais não há-de faltar, em princípio.

Ninguém na verdade acredita que se trata aqui de um empréstimo. Um empréstimo tem juros, tem um prazo e tem um colateral. Este “empréstimo” não tem nada disso. É atribuído na assumpção absolutamente insana e falaciosa de que será a Rússia, sim, a Rússia, a pagá-lo, como uma forma de “reparação” pela guerra que espoletou.

Para que a Rússia cumprisse esta desvairada premissa, teria primeiro Usula von der Leyen que caminhar sobre o cadáver de Vladimir Putin.

É óbvio que este “empréstimo” nunca será pago. A não ser, claro, pelos suspeitos do costume: os contribuintes europeus, que são invariavelmente o gado útil dos globalistas-leninistas.

O Contra aposta até o servidor onde está instalado que antes da totalidade dos fundos serem atribuídos, Zelensky estará já a gritar por mais dinheiro.

É mais que certo.