Mais um engenheiro nuclear de alto nível da NASA foi encontrado morto, somando-se ao padrão sombrio de especialistas ligados a tecnologias classificadas da agência espacial americana e do Pentágono a desaparecerem em contextos enigmáticos e suspeitos. A lista soma agora 13 vítimas.

 

Joshua LeBlanc, de 29 anos, líder de equipa nos projectos de propulsão térmica nuclear mais inovadores da NASA, foi encontrado carbonizado e irreconhecível dentro do seu Tesla incendiado, depois de ter desaparecido da sua casa em Huntsville, no Alabama. A sua família temeu imediatamente um sequestro. Leblanc, à semelhança do que aconteceu com outros cientistas desaparecidos, deixou o telemóvel e a carteira em casa — uma circunstância que os seus familiares consideraram completamente atípica.

 

 

Os dados do Modo Sentinela da Tesla mostraram posteriormente que o veículo permaneceu imóvel no Aeroporto Internacional de Huntsville durante quatro horas na manhã de 22 de Julho de 2025. O carro foi encontrado nessa tarde, depois de colidir com rails, embater contra árvores e incendiar-se. As autoridades confirmaram a identidade do sinistrado dias depois, através de perícia forense.

LeBlanc trabalhou na NASA durante mais de cinco anos, primeiro como líder da equipa do projecto de Instrumentação e Controlo de Maturação da Propulsão Nuclear Espacial (SNP) e, em seguida, liderando o projeto do Foguetão de Demonstração para Operação Cislunar Ágil (DRACO) da NASA — um motor de propulsão térmica nuclear concebido para reduzir drasticamente o tempo de viagem para Marte e mais além.

A sua família disse à imprensa local que a viagem nunca fez parte dos seus planos para o dia e que tinha mantido contacto regular com os seus mais próximos parentes até ao momento do desaparecimento. Os relatos confirmaram que os familiares “temiam que tivesse sido raptado”.

Este caso enquadra-se perfeitamente na perturbadora onda de mortes e desaparecimentos entre cientistas que trabalham com tecnologias nucleares de propulsão — totalizando agora pelo menos treze casos desde 2022. A morte de LeBlanc ocorre numa altura em que o Presidente Trump sinalizou repetidamente a sua intenção de abrir os arquivos governamentais sobre OVNIs.

 

 

A ligação ao aeroporto de Huntsville é particularmente intrigante. O Tesla de LeBlanc permaneceu ali durante horas antes do acidente fatal — a poucos quilómetros do Centro de Voos Espaciais Marshall da NASA, um centro dedicado ao tipo de trabalho confidencial em propulsão nuclear que o cientista liderava.

O FBI confirmou que está a liderar uma investigação conjunta com os departamentos de energia e defesa sobre possíveis ligações entre os cientistas desaparecidos e falecidos. O próprio Trump abordou o assunto na semana passada:

“Espero que seja aleatório, mas saberemos na próxima semana e meia. Acabei de sair de uma reunião sobre este assunto”.

O investigador independente Jesse Michaels expôs o padrão mais amplo em termos contundentes poucos dias antes do caso de LeBlanc ressurgir publicamente. No seu episódio de 21 de Abril, Michaels documentou como os cientistas na vanguarda da fusão nuclear, da propulsão exótica, da metalurgia avançada e da vigilância espacial estão a ser silenciados, destacando o desaparecimento, em Fevereiro de 2026, do major-general da Força Aérea na reserva, Neil McCasland — antigo comandante do Laboratório de Investigação da Força Aérea na Base Aérea de Wright-Patterson, o alegado repositório de materiais de Roswell — que desapareceu de sua casa em Albuquerque oito dias depois de Trump ter ordenado ao Pentágono que começasse a divulgar ficheiros sobre OVNIs. McCasland deixou para trás o telemóvel, os óculos e o smartwatch. Apesar de buscas intensivas, nenhum vestígio do seu trajecto e destino foi encontrado.

Michaels relacionou o facto com o desaparecimento, em Junho de 2025, da cientista de materiais da NASA, Monica Reza, co-inventora de uma superliga inovadora à base de níquel para motores de foguetões de última geração, desenvolvida no mesmo laboratório que McCasland supervisionava; bem como o assassinato, em Dezembro de 2025, do físico de fusão do MIT, Nuno Loureiro — baleado à porta do seu próprio apartamento — e o assassinato, em Fevereiro de 2026, do astrónomo do Caltech, Carl Grillmair, que trabalhava no poderoso Observatório Vera Rubin, capaz de detetar objectos anómalos na órbita da Terra.

 

 

O padrão já não pode ser negado. Embora as autoridades insistam que “não há provas” de coordenação, a enorme concentração de perdas nestes campos específicos — propulsão nuclear, física de plasmas, materiais avançados — desafia a tese da coincidência. Os próprios dados da Tesla no caso de LeBlanc levantam novas questões sobre as possibilidades de acesso remoto nos veículos modernos, uma capacidade há muito reconhecida nos círculos de inteligência.

Para adensar as teorias da conspiração que circulam sobre este assunto, há duas novas vítimas relacionadas com o fenómeno OVNI.

James Sullivan, um informador que ia testemunhar no Congresso americano sobre o encobrimento e o secretismo com que o governo federal trata esta matéria, foi encontrado morto no fim de semana passado.

 

 

E David Wilcock, um investigador do fenómeno OVNI, apareceu suicidado na semana passada. Anteriormente tinha publicado este tweet: