O presidente norte-americano, Donald Trump, terá enfrentado resistência de um alto funcionário militar numa reunião na Casa Branca durante uma tentativa de aceder aos códigos nucleares do seu país.

 

Segundo relatos bombásticos, Donald Trump, viu o seu acesso aos códigos nucleares bloqueado pelo general Dan Caine, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas americanas.

O analista reformado da CIA, Larry Johnson, afirmou no popular podcast “Judging Freedom” que, durante uma reunião de emergência no sábado, Trump tentou aceder aos códigos nucleares, mas foi negado por Caine.

“Um relato desta reunião na Casa Branca indica que Trump queria usar os códigos nucleares e o General Dan Caine levantou-se e disse ‘Não’. Ele invocou os seus privilégios como chefe das Forças Armadas, por assim dizer. Aparentemente, houve um grande desentendimento. Há coisas muito estranhas a acontecer em Washington.”

 

 

Não é clara a intenção de Donald Trump ao exigir os códigos nucleares e que utilização teriam caso fossem acedidos, e as alegações não foram confirmadas oficial ou oficiosamente, como é óbvio, mas há outras fontes a reforçar a afirmação de Larry Johnson.

 

 

Acresce que Tucker Carlson, num podcast publicado a 9 de Abril, já tinha apelado às altas patentes militares da federação americana para que tomassem medidas no sentido de impedir o presidente de aceder aos códigos de lançamento nuclear, caso considerasse um ataque nuclear contra o Irão.

 

 

As alegações surgem após relatos de que Donald Trump foi impedido de participar na Situation Room por conselheiros militares durante uma crucial operação de resgate no Irão. Aparentemente, o presidente norte-americano foi excluído das discussões devido a preocupações com o seu temperamento explosivo. Altos funcionários do governo acreditavam que a sua instabilidade emocional poderia comprometer a operação.

Após a queda de uma aeronave norte-americana pelas forças iranianas, no início deste mês, Trump terá passado horas a gritar com funcionários na West Wing da Casa Branca, atormentado pelas memórias da crise dos reféns no Irão em 1979.

E é a cada dia mais evidente que o homem está mental e emocionalmente falido.