Elon Musk revelou que sofreu uma reacção grave após a segunda dose da vacina contra a COVID-19, descrevendo-a como uma sensação de “estar perto da morte”.
O patrão da Tesla equacionou esta experiência à luz dos efeitos da estirpe original da COVID-19 que contraiu, descrevendo-os como semelhantes a uma forte constipação (“má, mas não terrível”), afirmando:
“A dosagem da vacina era obviamente demasiado alta e foi administrada demasiadas vezes. (…) A minha segunda dose quase me mandou para o hospital. Senti que estava a morrer.”
The vaccine dosage was obviously too high and done too many times.
I had the original Wuhan virus before there was any vaccine and it was much like any other cold/flu. Bad, but not terrible.
But my second vaccine shot almost sent me to the hospital. Felt like I was dying. https://t.co/rFuUpzBkKH
— Elon Musk (@elonmusk) April 12, 2026
Musk já se tinha mostrado favorável às vacinas em geral, mas crítico em relação aos mandatos obrigatórios. A sua publicação gerou uma ampla discussão online, com muitas pessoas a partilharem as suas próprias experiências com a vacina.
Que nos desculpem os leitores vacinados, mas não deixa de ser espantoso que um homem com a reputação de ser intelectualmente brilhante, com recursos humanos e técnicos mais que suficientes para investigar a verdadeira natureza das vacinas mRNA, e sem necessidade nenhuma de se submeter a qualquer pressão social ou corporativa, ter recebido voluntariamente duas doses de uma experiência genética que tantas pessoas com QI’s muito mais modestos, com muito menos recursos de pesquisa e consultadoria, e com pressão social e profissional muito mais acentuada, souberam recusar.
As declarações de Musk foram feitas em resposta ao testemunho do ex-toxicologista da Pfizer, Dr. Helmut Sterz, numa comissão de inquérito do parlamento alemão. Sterz levantou preocupações sobre mortes relacionadas com a vacina e alegou que estudos de segurança importantes foram contornados durante o desenvolvimento da vacina da Pfizer-BioNTech, estimando que entre 20.000 e 60.000 pessoas na Alemanha tenham morrido em consequência da vacina contra a COVID-19.
🚨💥🚨 LE SCANDALE QUE TOUT LE MONDE VOIT MAIS QUI N’ÉCLATE PAS !
❗Lors d’une audition au Bundestag, le Dr Helmut Sterz estime que l’inoculât Pfizer serait responsable de 60 000 morts en Allemagne !
Sterz fut chef toxicologue chez Pfizer Europe !
😵💫👇🏻 pic.twitter.com/mybSBJmK7s— Philippe T (@brain_stimulus) March 25, 2026
Os números estimados pelo Dr. Sterz apontam para o genocídio que o ContraCultura tem vindo a documentar desde o seu primeiro dia de edição: as vacinas mRNA Covid mataram mais pessoas globalmente do que aquelas que pereceram na I Guerra Mundial: para cima de 17 milhões.
Mas, ironicamente, mais que as arrepiantes afirmações do toxicologista, os comentários de Musk intensificaram os debates em curso sobre a segurança das vacinas, o livre arbítrio sobre cuidados médicos e os mandatos obrigatórios de vacinação.
Enquanto, contra um conjunto inumerável de evidências científicas, a indústria farmacêutica continua a afirmar que as vacinas contra a COVID-19 são seguras e eficazes para a maioria das pessoas, as declarações de Musk destacam a tensão entre as experiências individuais e a narrativa oficial.
O secretário de Saúde e Serviços Humanos (HHS), Robert F. Kennedy Jr., retirou em Maio de 2025 a vacina contra a COVID do calendário de imunizações recomendado para crianças saudáveis e mulheres grávidas saudáveis, o que provocou uma forte queda nas vendas da Pfizer e gerou duras críticas da Academia Americana de Pediatria (AAP) — que ele acusou, assertivamente, de estar sob “influência corporativa”. Em Junho do mesmo ano, destituiu todos os 17 membros do painel de consultores de vacinas dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA.
Pode parecer surrealista, mas há ainda milhões de pessoas que estão a ser injectadas com terapias mRNA contra a Covid, por todo o mundo, em 2026.
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