Um novo relatório, apresentado pelos eurodeputados conservadores, está a fazer soar o alarme sobre o crescente número de ‘zonas interditas’ ou ‘no go zones‘ na União Europeia (UE). O documento aponta as políticas de imigração, a crescente islamização e a erosão da autoridade estatal nas cidades como os principais impulsionadores desta tendência.
Apresentado pelos eurodeputados Charlie Weimers, Marion Maréchal e Nicola Procaccini, o estudo defende que as “sociedades paralelas” estão a enraizar-se em muitas regiões da Europa. Estas áreas, segundo o relatório, são regidas por códigos religiosos ou tribais em vez das leis nacionais, e influenciados por facções radicais e violentas.
Marion Maréchal observou que a França alberga muitas destas áreas, afirmando:
“O nosso estudo demonstra que as zonas interditas se desenvolvem de acordo com dois factores: imigração e islamização – 63% dos terroristas islâmicos estão ligados a estas áreas.”
O relatório utiliza um sistema de pontuação que pondera factores como a criminalidade e a violência, a existência de sociedades paralelas e os indícios de afastamento do Estado. Foram analisados 17 bairros em sete países da UE, sendo o bairro de Franc Moisin, em França, o que obteve a pior pontuação.
Outros exemplos notáveis citados incluem La Castellane, em Marselha, França, e Molenbeek, em Bruxelas, Bélgica. As conclusões revelam uma clara ligação entre as zonas proibidas e as elevadas proporções de residentes estrangeiros e muçulmanos, sendo a população muçulmana média nestes bairros muito acima da média da UE.
Embora mais comummente associadas à Europa, as zonas interditas são cada vez mais evidentes nos Estados Unidos. A polícia de Dearborn, no Michigan, usa agora distintivos em árabe, e o presidente da câmara muçulmano da cidade, Abdullah H. Hammoud, avisou um residente cristão de que “não era bem-vindo” na cidade, no ano passado, quando o cidadão manifestou oposição a placas de rua que homenageavam um editor árabe acusado de apoiar o terrorismo islâmico.
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