A Escola Fairview, em Calgary, no Canadá, implementou “zonas livres de alimentos” no seu refeitório durante o Ramadão, período em que muitos alunos muçulmanos jejuam desde o amanhecer até ao pôr do sol. A política foi comunicada aos pais por e-mail, explicando que visava apoiar aqueles que observam o jejum.
O e-mail afirmava:
“Para apoiar os alunos que estão a jejuar, disponibilizaremos Espaços Sem Alimentos durante o almoço.”
De acordo com o plano, os alunos do 4º ao 6º ano não podiam comer no refeitório durante a primeira metade do almoço, enquanto os alunos do 7º ao 9º ano estavam proibidos de comer no refeitório durante toda a hora da refeição. A política rapidamente gerou críticas online, com um utilizador a escrever o óbvio:
“A solução mais sensata teria sido os alunos em jejum evitarem a área do refeitório.”
Porque se estão a fazer jejum, não há razão para se encontrarem no local onde os alunos consomem as suas refeições (é preciso dizer isto?). Mas este tipo de medidas não procuram ser sensatas ou racionais. Procuram a humilhação da população branca, procuram a distopia, o autoritarismo, a lavagem ao cérebro das crianças e a desagregação social, como todos sabemos ou devíamos saber.
O Conselho de Educação de Calgary respondeu às críticas numa declaração publicada no Instagram, defendendo a medida:
“Durante observâncias culturais e religiosas especiais, as escolas podem fazer adaptações para apoiar os alunos, tanto dentro como fora da sala de aula. Isto pode incluir adaptações quando os alunos estão a jejuar durante o Ramadão.”
O conselho alegou ainda que “não foram feitas alterações nas áreas designadas para almoço”, apesar do e-mail anterior que detalhava precisamente essas restrições. Os comentários na publicação foram desactivados.
Nos últimos anos, as adaptações para o Ramadão no Ocidente expandiram-se para além das escolas; a Premier League inglesa de futebol introduziu pausas durante o Ramadão, interrompendo os jogos para permitir que os jogadores muçulmanos quebrem o jejum ao pôr do sol, como é seu costume. Esta prática está em vigor desde 2021.
Em 2024, um organismo do governo britânico chegou a incluir “Hádices do Dia” (frases atribuídas a Maomé) na estação de King’s Cross, em Londres, durante o Ramadão. No entanto, a reacção negativa levou à remoção destes ditos do Profeta Maomé.
Também em Londres, a Páscoa tem sido celebrada com decorações do Ramadão nas ruas.
Na Alemanha, os costumes islâmicos também começam a condicionar de forma draconiana a vida dos infiéis, logo desde meninos: Numa escola de Frankfut, 24 crianças foram impedidas de beber água, porque na mesma turma 3 alunos muçulmanos cumpriam o jejum do Ramadão.
No ano passado, em Itália, crianças com 3 a 5 anos de idade de um infantário católico privado em Itália foram levadas numa viagem de um dia a uma mesquita onde se ajoelharam na direcção de Meca para louvar Alá. Um ritual de humilhação sob disfarce ecuménico.
Também em Itália, duas imigrantes muçulmanas espancaram uma rapariga nativa por estar a comer uma sanduíche no autocarro, durante o Ramadão de 2025.
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