Como o ContraCultura já referiu, as 13 bases norte-americanos na região do Golfo Pérsico foram severamente atingidas pelo fogo iranianos, sendo que algumas estão agora totalmente inoperacionais.

O New York Times, citando responsáveis ​​do Pentágono, noticiou entretanto que os danos causados pelo Irão nestas instalações estão a obrigar as tropas norte-americanas a mudarem-se para hotéis e escritórios em toda a região.

Segundo é revelado no artigo, as tropas norte-americanas estão agora a “operar remotamente”, com excepção dos pilotos de caça e das equipas que fazem a manutenção dos aviões de guerra envolvidos em ataques no território iraniano.

O artigo do NYT afirma:

“Muitas das 13 bases militares da região utilizadas pelas tropas norte-americanas estão praticamente inabitáveis, sendo que a base do Kuwait, vizinho do Irão, é a que sofreu maiores danos.”

 

 

Fontes militares indicaram que esta situação reflecte também um erro de cálculo por parte do governo norte-americano sobre a forma como o Irão reagiria.

Antes do início da operação militar conjunta dos EUA e de Israel contra o Irão, estavam estacionados no Médio Oriente cerca de 40.000 soldados americanos. O Comando Central dos EUA redistribuiu milhares deles.

Ebrahim Zolfaghari, porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, o comando militar conjunto do Irão responsável pela coordenação das operações entre a Guarda Revolucionária Islâmica e as forças armadas regulares, afirmou que o Irão destruiu todas as bases americanas no Médio Oriente e exigiu a expulsão das tropas norte-americanas da região.

Entretanto, o ministro dos negócios estrangeiros russo, Sergey Lavrov revelou que Washington evacuou secretamente as suas tropas sediadas no Golfo, deixando os seus aliados árabes completamente indefesos e alvos fáceis da retaliação iraniana.

 

É a isto que Donald Trump e Pete Hegseth chamam uma vitória militar histórica.

 

 

Tantas vezes dizem que ganharam a guerra, contra todas as evidências, que acabam por acreditar na sua própria aldrabice. Mas mais ninguém se não eles.