Nicolas Hulscher, epidemiologista da Fundação McCullough e mestre em Saúde Pública pela Universidade de Michigan, tornou-se viral no X com alegações bombásticas, embora sustentadas por factos científicos, sobre as vacinas mRNA contra a COVID-19.

Numa publicação que cita preocupações sobre o aumento de casos de cancro entre os jovens, Hulscher escreveu:

“CENTENAS de estudos indicam agora que as ‘vacinas’ contra a COVID-19 são uma das MAIORES contaminações cancerígenas da história”.

De seguida, enumerou 20 mecanismos pelos quais as vacinas aumentam o risco de diversos tipos de cancro, interrompem milhares de genes críticos, integram-se no genoma humano, causam instabilidade genómica e inflamação crónica, suprimem a reparação do ADN e reactivam cancros latentes, entre outros problemas.

 

 

Numa publicação subsequente, Hulscher declarou: “As evidências são agora inegáveis”, citando oito estudos que, segundo ele, comprovam o aumento do risco de cancro, integração genómica, desregulação transcriptómica e casos de “cancro acelerado” associados às vacinas.

 


A Fundação McCullough é liderada pelo Dr. Peter McCullough, um cardiologista de renome, que combateu arduamente a tirania Covid e o programa global de vacinaçãp e que já tinha alertado sobre o “complexo biofarmacêutico” que estaria a explorar surtos de gripe aviária e de outros vírus semelhantes para declarar outra pandemia.

Nicolas Hulscher tem de facto abundante documentação científica para sustentar as suas afirmações e o ContraCultura tem documentado alguns desses estudos.

Uma revisão exaustiva efectuada por um consórcio internacional de cientistas em 2024 revelou que as vacinas mRNA contra a Covid integram um componente que pode desempenhar um papel na supressão imunitária e na proliferação do cancro.

Um  estudo realizado por investigadores japoneses revelou um “aumento estatisticamente significativo” das mortes por cancro após a administração da terceira dose da vacina contra Covid-19 de tecnologia mRNA.

Dados da seguradora Helsana registaram um aumento dramático de tratamentos contra o cancro em 2021 e 22, na Suíça, logo após a vacinação contra a Covid. Cancros, abortos espontâneos e doenças cardíacas aumentaram 300% nas forças armadas dos EUA, nos anos pós-pandémicos.

O Dr. Masanori Fukushima, o mais destacado oncologista japonês, afirmou num entrevista em 2024 que o programa de vacinação contra a Covid foi um “assassinato”, e o resultado de uma “grave crise na medicina, na ciência e na democracia”.