Em mais uma iniciativa aberrante e distópica direccionada às salas de aula britânicas, as autarquias dominadas pelo Partido Trabalhista estão a instruir as escolas para tratarem os desenhos inocentes das crianças como potenciais ofensas à religião islâmica.

As orientações alertam que retratar certas figuras humanas ou certos profetas pode gerar queixas de blasfémia, obrigando os professores a agir com cautela em relação às sensibilidades religiosas, em detrimento da criatividade e da educação.

 

 

A iniciativa surge no contexto de uma campanha mais ampla do governo trabalhista de Keir Starmer para monitorizar e suprimir quaisquer ofensas percebidas contra os muçulmanos, transformando as escolas em centros de vigilância orwelliana em vez de locais de aprendizagem.

A orientação, eufemisticamente intitulada “Partilhando a Viagem”, teve origem em municípios do norte de Inglaterra, como Leeds, Calderdale, Oldham e Wakefield, e foi adoptada depois por outros, incluindo Sefton e Tameside. O documento refere explicitamente que

“para alguns pais muçulmanos, podem existir sensibilidades relacionadas com o ensino de aspectos de arte, dança, teatro, música, educação física, educação religiosa e educação sexual e de saúde”.

Os professores são assim aconselhados:

“É muito importante que a escola compreenda isto e tenha também o cuidado de não pedir aos seus alunos que reproduzam imagens de Jesus, do Profeta Maomé ou de outras figuras consideradas profetas no Islão. Alguns alunos muçulmanos podem não querer desenhar a figura humana”.

Esta última instrução decorre de interpretações de hádices que proíbem imagens de seres vivos, vistas como idolatria por algumas seitas.

As restrições não se limitam à arte. Sobre a música, o documento observa:

“No Islão, a música é tradicionalmente limitada à voz humana e a instrumentos de percussão não afináveis, como nos tempos do Profeta, quando eram usados ​​apenas em cerimónias de casamento e no campo de batalha. As escolas devem ouvir quaisquer preocupações, discutir o lugar da música no currículo e garantir que os alunos não são solicitados a participar em canções que conflituem com as suas crenças religiosas”.

As aulas de dança enfrentam um escrutínio semelhante, com alertas de que podem causar preocupações aos pais em relação ao “contacto físico entre homens e mulheres”. O objectivo geral, segundo a introdução, é contribuir para “construir harmonia e compreensão” e promover a “coesão” nas comunidades locais.

Esta orientação está também directamente ligada à crescente vigilância do Partido Trabalhista nas escolas. O Secretário de Estado para as Comunidades, Steve Reed, anunciou:

“Estamos a adoptar uma definição não estatutária de hostilidade anti-muçulmana. Isto oferece uma explicação clara do preconceito, da discriminação e do ódio inaceitáveis ​​dirigidos aos muçulmanos, para que possamos agir para os impedir”.

Críticos como Richard Holmes, da Free Speech Union, argumentaram:

“Isto corre o risco de prejudicar a liberdade de expressão garantida por lei e a crítica legítima ao Islão”.

E a colaboradora da GB News, Connie Shaw, afirmou a este propósito

“Não precisamos de uma definição de islamofobia fornecida pelo governo!”

 

 

Já para não falar na operação de lavagem ao cérebro de crianças, implícita nestas directivas.

Enquanto tudo isto acontece, as autoridades divulgam propaganda que retrata os adolescentes brancos como ameaças terroristas, incluindo o ensino de crianças e adolescentes a “identificar conteúdos extremistas e desinformação”.

A Secretária da Educação, Bridget Phillipson, anunciou que estava a “iniciar uma revisão do currículo do ensino básico e secundário para incorporar o pensamento crítico em diversas disciplinas”, o que, na verdade, significa treinar as crianças para rejeitarem tudo o que o Estado rotula como “teorias da conspiração repugnantes”.

O que começou como a identificação de ‘notícias falsas’ e ‘desinformação’ nas aulas de inglês e matemática transformou-se agora na fiscalização de desenhos infantis em busca de blasfémia, tudo sob o mesmo véu de “pensamento crítico” que sufoca a investigação genuína e impõe a conformidade ideológica.

O abuso de poder estende-se também às liberdades online, com o governo a ameaçar mais uma vez fechar o X depois de o Grok ter sido recentemente acusado de produzir “insultos” e “linguagem ofensiva”.

Nem mesmo os símbolos nacionais estão a salvo deste ataque desenfreado à cultura britânica. O rascunho da Estratégia de “Coesão Social” que foi divulgado afirma absurdamente que “hastear a bandeira do Reino Unido é um ‘instrumento de ódio’”.

Estas políticas interligadas revelam uma agenda clara: sob o pretexto da “coesão”, o governo está a desmantelar a liberdade de expressão e a identidade cultural. Das salas de aula às plataformas online, o estado de vigilância expande-se, criminalizando tudo, desde desenhos infantis a bandeiras nacionais.

Numa iniciativa arrepiante, o governo britânico lançou um jogo vídeo financiado pelos contribuintes que retrata qualquer adolescente que procure informar-se sobre o impacto da imigração no seu país como um potencial radical de extrema-direita.

E numa demonstração assustadora de censura ideológica, um professor britânico foi denunciado a um programa governamental antiterrorista simplesmente por ter mostrado vídeos da tomada de posse de Trump aos seus alunos, durante uma aula sobre política americana. Um outro professor de uma escola primária de Londres foi despedido por “conduta grave”, depois de ter dito a alunos muçulmanos que a Grã-Bretanha é um país cristão.

Em vez de defenderem os educadores, as autoridades intensificam as restrições.

Não se trata de promover a “harmonia”, mas sim de intensificar o controlo. Como alertam os defensores da liberdade de expressão, estas medidas inibem as críticas e os debates legítimos, ao mesmo tempo que ignoram as ameaças reais da imigração descontrolada e do extremismo.

As liberdades da Grã-Bretanha estão por um fio. Resistir a este autoritarismo crescente significa defender o diálogo aberto e o orgulho nacional, rejeitando uma estratégia que sacrifica a liberdade em prol da conciliação.