A Open Society Foundations (OSF), fundada por George Soros e actualmente presidida pelo seu filho Alex Soros, tem desempenhado um papel fundamental nos esforços de lobbying para que o Reino Unido pague “reparações pela escravatura”. Utilizando o seu património de aproximadamente 23 mil milhões de dólares, a organização destinou centenas de milhares de dólares a grupos que defendem a compensação.
Mas com este dinheiro todo não poderiam os Soros começar a pagar as reparações que tanto defendem e deixar em paz os contribuintes europeus, já espoliados e empobrecidos brutalmente pela ideologia leninista-globalista que a OSF tão activamente defende?
A pressão por reparações ganhou um impulso formal em 2014 através da Comunidade das Caraíbas (CARICOM) e expandiu-se em 2023 para abranger os países africanos — apesar de muitos governantes africanos terem lucrado consideravelmente com o comércio internacional de escravos e continuado a praticá-lo nos seus países até serem forçados a abandoná-lo pelo Ocidente em geral e pelo Reino Unido em particular.
O presidente da Comissão da União Africana afirmou em 2025 que “o legado do colonialismo continua a impactar o desenvolvimento, a desigualdade económica e a soberania no ‘Sul Global'”, e apesar do incessante fluxo de dinheiro em ajuda do Ocidente, exigiu mais triliões em reparações.
A OSF ajudou a facilitar a colaboração entre defensores e autoridades caribenhas e africanas, incluindo a organização de uma “viagem de estudo” nos Barbados e o apoio a uma importante cimeira no Gana. Este encontro contribuiu para uma declaração conjunta comprometendo-se a procurar soluções para as alegadas “injustiças históricas”.
O apoio da OSF incluiu donativos como 350.000 dólares à Universidade das Índias Ocidentais em 2023, para promover a sensibilização para a “justiça reparatória” e fortalecer os laços entre as Caraíbas e África, bem como 300.000 dólares para o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Gana no mesmo ano. Além disso, a fundação ajudou a organizar uma cimeira em Nova Iorque em 2024, onde o líder dos Barbados pediu que a Igreja de Inglaterra oferecesse reparações pelo seu papel na escravatura.
Impulsionada por este apoio, a União Africana avançou com a sua própria iniciativa de reparações e está a explorar vias legais para pressionar o Reino Unido. O Fórum Africano de Juízes e Juristas, financiado pela OSF, tem-se concentrado na elaboração de argumentos e casos jurídicos para impulsionar a agenda das reparações.
A Grã-Bretanha aboliu o tráfico de escravos em 1807 e a escravatura em geral em 1833. Em seguida, dedicou décadas, a um custo considerável, à tentativa de erradicar o tráfico de escravos em todo o mundo. O Esquadrão da África Ocidental da Marinha Real interceptou cerca de 1.600 navios negreiros e libertou aproximadamente 150.000 escravos, perdendo até 2.000 marinheiros no processo. Os britânicos também se empenharam em erradicar a escravatura em reinos africanos como Ashanti e Daomé, bem como o tráfico de escravos árabe no Índico e o tráfico de escravos berbere no Norte de África, que tinha como alvo os cristãos brancos.
The corrupt UN wants to pass a resolution blaming Europe for slavery.
“it will label the European-led slave trade as history’s greatest crime … the 1,300-year-long Arab trade in African slaves will not be mentioned.” pic.twitter.com/Ibep0OsqS4
— Wanjiru Njoya (@WanjiruNjoya) March 12, 2026
A ONU também entra no extorsão.
A agenda das reparações tem estado a ganhar tracção nas Nações Unidas e os contribuintes portugueses correm o risco de serem roubados a propósito da “justiça reparatória” que é, segundo a organização, a “chave para desmontar o racismo sistémico.”
Para além do discurso ofensivo que acusa meio mundo de racismo; para além de se estar a julgar a escravatura com critérios actuais e a condenar uma geração de pessoas que não cometeram qualquer crime (compensando uma geração de pessoas que não são vítimas de coisa nenhuma); para além da exclusiva atribuição do legado do esclavagismo ao homem branco ocidental, olvidando que inúmeros povos e civilizações da história universal e da geografia global praticaram a exploração do homem pelo homem, e nalguns casos, como no Indico Muçulmano dos séculos X a XVIII, com muito maior intensidade económica e demográfica; para além da absurda noção de justiça das Nações Unidas; as contas, para serem realmente justas, terão que ser feitas assim: os descendentes dos europeus e dos americanos pagam pelo esclavagismo dos seus trisavós se os descendentes dos africanos que capturavam e vendiam aos brancos esses escravos também contribuírem pela sua parte da responsabilidade. E depois, os africanos actuais vão ter que indemnizar os brancos europeus contemporâneos pelas escolas, universidades, hospitais, estradas, caminhos de ferro, pontes, barragens, portos, minas, indústrias e infraestruturas que os seus trisavós deixaram nas ex-colónias e que, em muitos casos, ainda hoje servem os países colonizados.
Contas feitas, talvez o terceiro mundo fique ainda a dever uns trocos ao primeiro. Caso contrário, 10% dos salários dos burocratas da ONU, durante 10 anos talvez fosse suficiente para compensar as “vítimas”.
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