O sistema judicial espanhol gerou indignação depois de um imigrante senegalês de 26 anos, que admitiu ter violado uma rapariga de 14 anos que aliciou no Instagram, ter evitado a prisão através de um acordo judicial.

Em vez dos nove anos exigidos pela acusação, o tribunal concedeu uma pena suspensa de dois anos, 60 dias de serviço comunitário e 7.500 euros de indemnização à vítima.

Sim, é verdade: sete mil e quinhentos euros por ter sido violada.

 

 

De acordo com documentos judiciais obtidos pelo The European Conservative, o imigrante conheceu a menor pela Internet e convidou-a para o seu apartamento em Palma de Maiorca. Aí, exigiu que ela se despisse e, quando ela recusou, brutalizou-a e violou-a várias vezes. Apesar de ter confessado o crime em tribunal, o acordo de confissão garante que não cumprirá pena de prisão, desde que não volte a cometer crimes durante três anos apenas.

A pena, escandalosamente branda, surge num contexto de violência sexual crescente em Espanha, onde os casos de violação aumentaram 143% em apenas cinco anos, passando de 2.143 em 2019 para 5.206 em 2024. As estatísticas oficiais revelam uma média de 14 violações por dia, quase o triplo dos números registados seis anos antes.

Um estudo recente do Observatório Demográfico CEU-CEFAS sublinha o papel da imigração em massa nesta crise, classificando-a como “crime importado”. Os estrangeiros, que representam 31% da população prisional espanhola, cometem per capita mais 500% de violações e mais 414% de homicídios do que os espanhóis nativos. Os norte-africanos e os latino-americanos apresentam a maior sobre-representação nestes crimes.

Este caso reflecte padrões mais amplos, incluindo o que se passa na Catalunha, onde 91% dos violadores condenados são estrangeiros, apesar de os imigrantes representarem apenas 17% da população. Em todo o país, os estrangeiros têm 440% mais probabilidades de cometer roubo com violência e 610% mais probabilidades de se envolverem em ocupação ilegal de propriedade.

O sentimento público é claro: uma sondagem da Sigma Dos para o El Mundo concluiu que 70% dos espanhóis apoiam deportações em massa de imigrantes ilegais, com maiorias até entre os eleitores do Partido Socialista. No entanto, sob o governo de extrema-esquerda do primeiro-ministro Pedro Sánchez, as políticas tendem para a amnistia e a abertura das fronteiras.

Há poucos meses, Alex Soros elogiou Sánchez por conceder estatuto legal a até 500 mil imigrantes ilegais através de um decreto governamental, ignorando o parlamento. Soros chamou-lhe “verdadeira liderança”, instando outros líderes a seguirem o exemplo. Os críticos argumentam que esta amnistia incentiva ainda mais entradas ilegais, sobrecarregando os recursos e alimentando ondas de criminalidade.

Para agravar as preocupações, uma missão de investigação do Parlamento Europeu às Canárias revelou que 92% dos imigrantes ilegais são homens e que cerca de metade dos que se declaram menores não acompanhados são, na realidade, adultos. Com 12.249 migrantes a chegar de barco só nos primeiros oito meses de 2025, as avaliações iniciais da idade de toda esta gente feitas pela polícia são frequentemente imprecisas, levando a encaminhamentos incorretos para centros de acolhimento.

 

 

Os bairros próximos destes centros reportam um aumento da insegurança, com um pico de delitos como brigas, insultos e agressões sexuais dentro das instalações. Os dados prisionais mostram que os migrantes têm 1,5 vezes mais probabilidades de serem encarcerados, realçando o impacto da mudança demográfica na segurança pública.

À medida que a população espanhola nascida no estrangeiro aumenta de menos de 1% em 1991 para 20% em 2025 — com projecções de redução da população espanhola nativa para 60% até 2039, caso não haja restrições —, estes incidentes alimentam as exigências de fronteiras mais seguras e de políticas urgentes de deportação de ilegais.

As ameaças do governo de banir plataformas como o X por amplificarem a dissidência apenas reflectam os esforços aturados do estabelecimento para silenciar a oposição à agenda globalista.