Não é propriamente surpreendente que um alto quadro da organização criminosa sediada em Davos seja apanhado na rede de Jeffrey Epstein. Globalistas e pedófilos, satanistas e transhumanistas, canibais e traficantes de carne humana, tiranos e oligarcas, nascem todos uns para os outros.

Børge Brende, presidente e director executivo do World Economic Forum (WEF), anunciou a sua demissão na quinta-feira, dado o actual escrutínio sobre os seus contactos anteriores com infame pedófilo Jeffrey Epstein. Brende admitiu ter jantado com Epstein em três ocasiões durante 2018 e 2019, muito tempo depois da sua condenação em 2008 por abuso sexual de menores, mas alegou desconhecer o historial criminal de Epstein, amplamente divulgado, na altura.

 

 

Revelações recentes do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) mostraram também comunicações, incluindo e-mails e mensagens de texto, entre os dois homens. O WEF iniciou, então, uma investigação externa alegadamente independente, que insistiu que não havia “nenhuma preocupação adicional para além do que já tinha sido divulgado”.

Brende afirmou na sua declaração de demissão:

“Após uma reflexão cuidadosa, decidi renunciar ao cargo de presidente e director executivo do World Economic Forum. Estou grato pela incrível colaboração com os meus colegas, parceiros e membros, e acredito que este é o momento certo para o fórum continuar o seu importante trabalho sem distrações”.

Os co-presidentes do WEF, André Hoffmann e Larry Fink (o bandido que também preside à actividade satânica da BlackRock), divulgaram uma declaração conjunta elogiando a gestão de Brende, e referindo:

“A sua dedicação e liderança foram fundamentais durante um período crucial de reformas para a organização, culminando numa reunião anual bem-sucedida em Davos. Respeitamos a sua decisão de se demitir”.

Brende é um dos vários líderes europeus afectados pelas últimas revelações sobre Epstein. O ex-embaixador britânico nos EUA, Peter Mandelson, foi detido por má conduta em cargo público, tal como o ex-príncipe André, por alegadamente terem passado informações confidenciais ao financeiro/pedófilo. Entretanto, o antigo primeiro-ministro norueguês, chefe do Comité Norueguês do Nobel e ex-secretário-geral do Conselho da Europa, Thorbjørn Jagland, foi também detido pelas autoridades norueguesas, depois de tentar suicidar-se, dadas as acusações de corrupção de que tem sido alvo, também relacionadas com a rede Epstein.

 

 

O sultão Ahmed Bin Sulayem, CEO da DP world, uma multinacional de operações logísitcas sediada no Dubai, também resignou, depois de cair no domínio público um email em que agradecia a Epstein por lhe ter enviado um “video de tortura”.

 

 

Nos Estados Unidos é que ainda ninguém foi preso. Mas Larry Summers, ex-secretário do Tesouro dos EUA e um dos mais influentes crápulas de Harvard, renunciou ao cargo na universidade depois da sua relação com o tentacular traficante de menores ter sido revelada.

 

 

Parece que os criminosos da ‘Classe Epstein’ começam a cair, como peças de dominó.