Numa entrevista concedida a Hadley Gamble, Tucker Carlson afirmou que a história de Epstein é maior do que a chantagem, o sexo com menores ou os rituais satânicos.

“A questão mais importante é: o que é isto? É claramente um órgão de governação informal acima do que nós consideramos as autoridades, ou seja, governos, estados-nação.”

Carlson descreveu Epstein como a pessoa mais influente que já viu. Tão influente que estava a “discutir a queda de Khadafi na Líbia antes dessa destituição acontecer e a tentar descobrir como lucrar com isso”.

Epstein de facto, e como o Contra já documentou, parece estar envolvido nos grandes eventos que moldaram história no últimos 30 anos. Segundo Carlson, Epstein era uma espécie de “intermediário de poder independente” que trabalhava com “uma série de outros intermediários de poder independentes que, em conjunto, formam uma espécie de supragoverno acima de todo o governo representativo no Ocidente”.

E daí as ligações que alimentava com protagonistas da política, da economia, da religião e das ciências em todo o mundo.

 

 

E ainda não sabemos da missa a metade. Este é apenas o cubo de gelo visível, de um imenso iceberg.

 

 

O buraco negro mais evidente nos ficheiros que vieram a público, o período do ataque de 11 de Setembro de 2001, diz-nos que estamos muito longe até de termos uma total compreensão das actividades tentaculares e tenebrosas de Epstein:

 

 

Quando a repórter perguntou a Carlson: “Acha que vamos ver prisões?”, ele respondeu:

“Bem, já há quase 20 anos que parte deste material está sob custódia dos governos. A maior parte ainda está escondida e não houve detenções. Em vez disso, tem havido um esforço consistente, ao longo de décadas, para proteger as pessoas expostas da prisão.”

Carlson considera que, na melhor das hipóteses, “podemos ​​ter prisões simbólicas” — mas nada de suficientemente significativo para expor o “supragoverno” acima do governo representativo.

 

 

O que será talvez ainda mais revoltante é que estas luciferinas elites sabem bem que desfrutam de impunidade, como Jes Staley, um ‘senhor do universo’ de Wall Street com ligações a Epstein há muito conhecidas, não tem qualquer problema em afirmar neste documento.

 

 

E entretanto: