O governo trabalhista está a formular planos para remodelar o countryside britânico, de forma a torná-lo mais “diverso”, no contexto de políticas que visam humilhar e substituir a população nativa e branca no Reino Unido.
As entidades responsáveis pelas National Landscapes (antigas áreas de beleza natural excepcional) estão a rever estratégias de gestão de longa data, depois de avaliações internas concluírem que estas zonas “correm o risco de parecerem desconectadas da Grã-Bretanha moderna”. Ou seja: o countryside inglês não está ainda completamente destruído, como as grandes cidades do país.
Segundo os planeadores progressistas, o problema reside no facto de o campo ser amplamente percebido como um espaço dominado por nativos brancos de classe média. Os responsáveis pela área das Malvern Hills queixaram-se abertamente de que o local é visto como um sítio onde “a maioria dos residentes brancos ingleses valoriza a solidão e as actividades contemplativas que o campo proporciona”. E isso é pavoroso, claro. Em contraste, afirmam que “a tendência entre as pessoas de minorias étnicas é preferir companhia social (família, amigos, escolas)”.
A narrativa é tão absurda que nos faz questionar até a competência intelectual dos apparatchiks que a fabricaram.
O documento prossegue:
“Muitas pessoas de minorias não têm qualquer ligação à natureza no Reino Unido, porque os seus pais e avós não se sentiram suficientemente seguros para as levar ou tinham outras prioridades de sobrevivência.”
Portanto, há que forçar os imigrantes a apreciar as maravilhas da província britânica, quer eles queiram, quer não. E quer os residentes nativos queiram, quer não.
Entre as medidas propostas contam-se acções direcionadas para comunidades minoritárias, campanhas de marketing, sinalética multilingue e alterações políticas destinadas a eliminar obstáculos culturais ou práticos à diversidade — por exemplo, impondo restrições aos donos de cães para tornar os espaços mais confortáveis para muçulmanos que consideram os animais “impuros”.
É espantoso.
O plano não é de agora nem é é exclusivo do actual governo trabalhista de esquerda; as bases foram lançadas ainda sob os conservadores, a partir de 2019. Nessa altura, vários relatórios encomendados pelo governo alertaram que o campo era visto como “um clube exclusivo, maioritariamente branco e de classe média”, correndo o risco de se tornar “irrelevante para o país que realmente existe”. E em 2024, o governo trabalhista já estava a negociar com os conselhos municipais o número de imigrantes que serão instalados em cada localidade, embora nessa altura os argumentos utilizados para disseminar as comunidades de imigrantes pela província fossem, alegadamente, de ordem económica.
A iniciativa, e a polémica que está a gerar no país, insere-se num debate nacional mais amplo sobre identidade, história e inclusão e ocorre num cenário de profundas mudanças demográficas. Grandes centros urbanos como Londres e Birmingham já não têm maioria branca britânica, enquanto muitas regiões rurais continuam a ser mais de 90% brancas.
Os primeiros sinais de que o coutryside britânico, encantador, cuidado e civilizado, está em vias de extinção estão já a manifestar-se no outrora prístino Oxfordshire, onde o despejo ilegal de lixo transformou o pitoresco Rio Cherwell num pesadelo ambiental, com pilhas de detritos de 6 metros de profundidade e 150 metros de comprimento.
Um país que importa o terceiro mundo fará parte do terceiro mundo, mais cedo do que tarde, e as virtudes da ‘diversidade’ estão a transformar a Inglaterra no Paquistão a um ritmo acelerado.
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