Novas alegações de raparigas assassinadas e de macabras valas comuns forçaram os legisladores do Novo México a iniciar uma investigação há muito esperada sobre o covil isolado do pedófilo e traficante de carne humana mais influente e sinistro da história das elites ocidentais.

A investigação teve início após alegações explosivas terem surgido num e-mail afirmando que duas raparigas estrangeiras foram estranguladas durante uma diabólica sessão de “sexo brutal e fetichista” e enterradas nas colinas próximas do ‘Rancho Zorro’, a mando de Epstein e Ghislaine Maxwell, referida como “Madame G” na correspondência.

A Comissária de Terras do Novo México, Stephanie Garcia Richard, manifestou-se “horrorizada” com o possível envolvimento de terras estatais nestas atrocidades, e pressionou para o arranque da investigação.

“Fiquei horrorizada ao descobrir algo novo, especialmente ao saber que poderiam ter sido utilizadas terras estatais, que poderiam ter estado envolvidas em algumas destas actividades monstruosas”.

 

 

É no mínimo estranho que Garcia Richard, como responsável do território, desconhecesse que Jeffrey Epstein arrendou terras públicas ao estado do Novo México “para fins agrícolas e de pastagem” e que, considerando que o pedófilo já fora condenado por tráfico de menores duas vezes e que a sua reputação fedia há décadas, só agora tenha acordado para a eventualidade de horrores inomináveis terem ocorrido nesses terrenos. Mas adiante.

A “comissão da verdade”, de natureza bipartidária e estabelecida pela Câmara dos Representantes do Novo México, vai examinar as actividades passadas na propriedade de 7.600 acres, incluindo se as autoridades locais fizeram vista grossa enquanto Epstein operava a sua rede de tráfico de menores para fins de abuso sexual.

Epstein comprou o rancho em 1993 ao ex-governador democrata Bruce King, transformando-o num complexo extenso com uma mansão descomunal, uma pista de aterragem privada e um heliporto — perfeito para transportar vítimas sem ser detectado. Há também fortes suspeitas que o rancho era utilizado como laboratório para as mais horríficas experiências genéticas que se possa imaginar.

 

 

Vendido em 2023 por 13,4 milhões de dólares, o dinheiro angariado terá sido destinado às vítimas de Epstein. O novo proprietário, o republicano texano Donald Huffines, renomeou a propriedade para ‘San Rafael Ranch’, em homenagem ao santo da cura, e planeia transformá-la num retiro cristão para resgatar a terra do seu passado sombrio. Huffines afirmou a este propósito:

“Na altura da venda, foi divulgado que os rendimentos seriam destinados às vítimas. Posteriormente, os advogados do espólio confirmaram que os rendimentos da venda beneficiaram as vítimas. O que o inimigo um dia planeou para o mal, Deus pode redimir para o bem. É por isso que renomeámos a propriedade para San Rafael, em homenagem ao santo associado à cura física e espiritual, e iniciámos imediatamente os planos para a transformar num retiro cristão, resgatando-a para Jesus…”

Huffines enfatizou a sua disponibilidade para cooperar com a investigação:

“Nunca nenhuma agência policial me procurou para solicitar o acesso, e sempre afirmei categoricamente que qualquer pedido nesse sentido seria atendido com acesso imediato e total cooperação.”

 

 

O isolamento da propriedade — longe da civilização — levanta questões arrepiantes sobre o que ali passou durante anos. Imagens aéreas mostram a vasta e desolada paisagem que rodeia a opulenta propriedade, sublinhando como as ligações de elite de Epstein lhe permitiram esconder-se à vista de todos.

Este último desenvolvimento baseia-se nos documentos não editados da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, que revelaram camadas de horror muito para além do tráfico sexual. Palavras-código como “carne seca” e referências a um restaurante chamado “O Canibal” nos arquivos sugerem o possível consumo de carne humana e rituais de tortura entre o círculo de Epstein.

 

 

A representante Lauren Boebert, que analisou os ficheiros, observou:

“Parece que não se tratava apenas de tráfico de raparigas, como a narrativa sugere, mas há palavras-código que indicam que Jeffrey Epstein e os seus associados talvez estivessem envolvidos em algum tipo de consumo de carne humana. Há muitas menções a ‘carne seca’. Há um restaurante chamado The Cannibal, cujo proprietário consta de alguns destes documentos… tudo isto parece indicar uma série de conspirações que nos fazem questionar tudo.”

Boebert destacou ainda a tortura como um tema recorrente:

“Vi mais e-mails sobre tortura… a tortura era um tema importante. Era uma grande motivação para eles. Eram pessoas doentes a fazer coisas muito, muito doentias”.

A representante Anna Paulina Luna corroborou os códigos perturbadores:

“Examinei directamente os e-mails… ‘Idade 11’ e o que chamei de e-mails ‘Permissão para Matar’… Estes eram e-mails enviados por mulheres para Epstein — muitas das quais eram vítimas que alegadamente foram aliciadas para se tornarem traficantes mais tarde. ‘Carne seca’ é uma palavra-código, e é estranho.”

Estas revelações fazem eco da análise lapidar de Joe Rogan:

“A minha posição sobre isto mudou completamente… Isto é claramente demoníaco. Estes são seres humanos literalmente demoníacos que estão a governar o mundo… participando em sacrifícios rituais de pessoas.”

A investigação do’ Rancho Zorro’, com um orçamento de 2 milhões de dólares e poder de intimação, visa ouvir sobreviventes e investigar a inacção das autoridades policiais — potencialmente expondo como cúmplices globalistas no governo permitiram que a situação se agravasse. O ex-procurador-geral Hector Balderas revelou que o seu gabinete suspendeu investigações anteriores a pedido do governo federal, remetendo as provas para o Departamento de Justiça.

À medida que a comissão divulga as suas conclusões preliminares até Julho e o relatório final até ao final do ano, espera-se que mais esqueletos, metafóricos e literais, venham à tona do império luciferino de Jeffrey Epstein.