
Morgan McSweeney, chefe de gabinete do déspota Keir Starmer, demitiu-se após a repercussão negativa da nomeação de Lord Peter Mandelson como embaixador britânico nos EUA e da desastrada prestação no parlamento britânico do primeiro-ministro, quando confrontado com o a estreita e perversa ligação do aristocrata conhecido por ‘ Príncipe das Trevas‘ com Jeffrey Epstein.
McSweeney admitiu que aconselhar Starmer a nomear Mandelson, dadas as já na altura conhecidas ligações do lorde inglês com o criminoso sexual norte-americano, foi um erro, afirmando na sua carta de demissão:
“A decisão de nomear Peter Mandelson foi errada. Ele prejudicou o nosso partido, o nosso país e a própria confiança na política”.
A demissão acontece em pleno rebentamento do escândalo decorrente do último lote de ficheiros Epstein que caíram no domínio público, mas o ContraCultura já tinha documentado há mais de um ano, que a nomeação era problemática, precisamente por causa do elo que estava já estabelecido entre os dois monstros do globalismo contemporâneo, entre outras e não menos óbvia razões.
This is the man Kier Starmer appointed as US Ambassador a year ago.
Standing in his underwear, in Jeffrey Epstein’s home in New York.
Mandelsons “Husband” recieved thousands from Epstein, Mandelson himself also got cash. This man still sits in the British “house of lords” pic.twitter.com/1eP2NB0fdP
— Chay Bowes (@BowesChay) February 1, 2026
A líder conservadora Kemi Badenoch acusou Starmer de se esquivar à responsabilidade, afirmando:
“Keir Starmer precisa de assumir a responsabilidade pelas suas próprias e terríveis decisões. Mas nunca o faz”.
O líder do Reform UK, Nigel Farage, sugeriu que a liderança de Starmer tem os dias contados, prevendo a demissão do primeiro-ministro trabalhista:
“Aposto que Starmer não ficará atrás, depois do desastre do Partido Trabalhista nas eleições de Maio próximo.”
McSweeney, um aliado próximo de Starmer há quase seis anos e um dos arquitectos do sucesso eleitoral do Partido Trabalhista, tem sido uma figura-chave na actuação do primeiro-ministro. Não é claro se Starmer conseguirá manter-se no poder sem McSweeney ao seu lado.
A demissão do chefe de gabinete é vista como uma tentativa desesperada do infeliz e breve tirano para manter o poder, dada a queda vertiginosa nas sondagens e a dissidência interna no partido. As pesquisas mais favoráveis (porque há muitas bem piores) mostram que 55% dos eleitores acreditam que Starmer deve demitir-se, com apenas 23% a apoiar a sua permanência como primeiro-ministro.
A polícia está a investigar activamente Mandelson e as suas ligações a Epstein, incluindo pagamentos feitos ao seu amante gay, Reinaldo, que viveu brevemente com ele na residência do embaixador britânico em Washington, D.C.
Enquanto Starmer enfrenta uma crescente pressão para se demitir, os aliados dentro do Partido Trabalhista estão a posicionar-se para possíveis candidaturas à liderança. Angela Rayner, Wes Streeting e Ed Miliband são os nomes mais cotados para preencher o vácuo.
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