No apogeu da sua tentacular influência, Jeffrey Epstein estava comprometido com os mais sinistros conluios, tinha interesses nos mais sujos negócios, traficava créditos nos mais labirínticos centros de poder, exercia o seu magistério satânico de forma multidimensional, omnipresente nos obscuros desígnios das altas esferas, espécie de fantasma da ópera de todas as conspirações. Neste artigo, reunimos apenas umas quantas, já que são tantas e tão diversas que tornam a sua colecção integral humanamente impraticável.

 

Pizzagate e a rede satânica global: Tucker põe as mãos na lama.

Como qualquer jornalista decente, Tucker Carlson não assobia para o lado. E, com a ajuda de Ian Carroll, começa por dissecar os ficheiros Epstein pegando numa decana teoria da conspiração, o ‘Pizzagate’, um escândalo que rebentou na altura dos Wikileaks, quando foram revelados emails de John Podesta, uma das mais poderosas e sinistras figuras do Estado profundo norte-americano (chefe de gabinete e/ou spin doctor dos Clinton, de Obama e de Biden), que eram muito estranhos e sugeriam actividades pedófilas e relacionavam-se até com uma pizzaria muito frequentada por políticos de topo do aparelho democrata que tinha uma conta no Instagram flagrantemente obscena, com imagens de crianças quase pornográficas.

Apesar de justificadas, as suspeições foram durante anos e anos combatidas pelos verificadores de factos do costume e pela imprensa corporativa, claro, mas acontece que o novo lote de ficheiros Epstein trouxe o caso de novo para a atenção pública, e com renovado fulgor gráfico, porque os emails do pedófilo suicidado estão carregados do mesmo léxico codificado que preenchia a comunicação electrónica de Podesta (mais de 800 referências a “pizza”). E incluem-no, porque ele era íntimo de Epstein.

Ian Carroll, denuncia também a corrupção (porque a incompetência não é plausível) do FBI no processo de descoberta e aquisição de provas relacionadas com o todo poderoso pedófilo, discute o seu envolvimento na crise dos mercados financeiros de 2008, bem como as suas actividades de lavagem de dinheiro e evasão fiscal, comentando ainda a obsessão que o consumia com a genética, a eugenia e o investimento em laboratórios biológicos.

Tucker Carlson coloca, no último segmento da conversa, uma questão fundamental: será possível continuar a conviver e a aceitar e a alimentar com votos e impostos um sistema político que é, no mínimo, permissivo em relação a todas estas actividades absolutamente tenebrosas e, em muitos casos, liderado pela pior espécie de seres humanos que podemos imaginar?

É claro que não. Mas o problema é que ninguém sabe bem o que fazer a seguir e as massas continuam adormecidas, num torpor cúmplice.

 

 

Epstein e a Ucrânia: Zelensky, os Rothschild e a vampira.

No breve clip do jornalista independente Ben Swann que deixamos em baixo, são colocadas em discussão as ligações entre Jeffrey Epstein, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e redes de tráfico humano na Ucrânia, enquadradas na narrativa mais ampla do ‘Pizzagate’.

Swann refere a reputação da Ucrânia como centro de pedofilia e tráfico humano, sugerindo que estas ligações persistem mesmo após a morte de Epstein e, baseando-se nos ficheiros recentemente divulgados, sugere que o financeiro-pedófilo terá explorado a instabilidade política da Ucrânia para oportunidades ilícitas.

O eloquente trabalho de Swan assenta em quatro vectores fundamentais:

– Ligações de Epstein à Ucrânia: Swann destaca o envolvimento de Epstein com agências de modelos ucranianas, que seriam fachadas para o tráfico de carne humana. E-mails dos ficheiros referem agências a fornecer “raparigas” para estadias prolongadas, viagens de Kiev para Nova Iorque, negócios imobiliários como a compra de uma mansão em Lviv em 2017 e grandes transferências de dinheiro. Um e-mail de Epstein de 2013, portanto antes do golpe de estado de 2014, antecipa “muitas oportunidades” no contexto da agitação política na Ucrânia.

– Ligações aos Rothschild: Epstein terá colaborado com a família Rothschild para tirar partido do caos pós-2014, adquirindo activos desvalorizados em terras, energia e infraestruturas. Sob o Presidente Petro Poroshenko, grandes instituições terão passado supostamente para controlo dos Rothschild, com Poroshenko a transferir participações para um trust destes banqueiros de forma a evitar escrutínio público.

– Ligações a Zelensky: Após a eleição de Zelensky em 2019, Epstein manifestou interesse na “corrupção sofisticada” da Ucrânia e no potencial para “enormes quantidades de dinheiro”. Swann alega que Epstein e Zelensky tiveram oportunidade de se conhecer e trocar impressões e projectar ou concretizar negócios durante vários almoços. Um e-mail menciona que o ex-comediante ucraniano permitiu ao agente de modelos Jean-Luc Brunel (acusado e condenado por violação e tráfico de menores) a livre operação na Ucrânia. Um embaixador ucraniano não identificado também é implicado em esforços de tráfico de crianças.

– O papel de Marina Abramovic: Swann faz a conexão entre a figura do ‘Pizzagate’ Marina Abramovic e Zelensky. Marina Abramovic é conhecida por desenvolver temas canibais na sua “arte” e por realizar rituais de “spirit cooking” que envolvem sangue e sémen humanos. Em 2023, o presidente ucraniano nomeou a “artista” sérvia como embaixadora da Ucrânia para reconstruir escolas danificadas pela guerra e apoiar crianças afectadas pelo conflito, o que Swann considera suspeito dada a história controversa da vampira e a ausência de ligações à Ucrânia. Quem é que, no seu perfeito juízo e de boa fé, confia crianças a uma mulher que cozinha com sangue e esperma de seres humanos e que já estava no epicentro de um escândalo de pedofilia como o ‘Pizzagate’?

 

 

Starmer no arame.

A nomeação de ‘Lord Vader’, ou ‘Príncipe das Trevas‘, também conhecido por Lord Mandelson, para embaixador do Reino Unido nos EUA poderá conduzir à queda de Kier Starmer.

Na sequência da divulgação do último lote dos ficheiros Epstein, o público britânico ficou a saber não só quem é o sinistro diplomata-pedófilo-globalista-mestre de marionetas, que traficou influências nas altas esferas do poder político e que foi até um dos principais responsáveis pela ascensão de Starmer a líder trabalhista e depois a primeiro-ministro, mas também que o criminoso aristocrata partilhava segredos de Estado e informação confidencial com o seu íntimo amigo Epstein, e com quem lhe desse na real gana.

E o facto de, ainda assim, Starmer ter dito no Parlamento, para indignação geral e até de deputados do seu próprio partido, que parte da informação relativa ao processo de nomeação de Mandelson para embaixador em Washington não poderia ser divulgada por questões de segurança nacional, numa insistência autista em encobrir o que está à vista de toda a gente, só piorou a sua precária circunstância.

Os dois alexandres do The Durant conversam sobre o assunto, dando o primeiro-ministro britânico como praticamente demissionário.

Mas Starmer, como qualquer insecto do labiríntico e infindável esgoto globalista, está agarrado ao poder como a lapa à rocha litoral e vai agarrar-se ao cargo até que lhe decepem os dedos.

A ver vamos.

 

 

 

Proteger pedófilos, descaradamente.

Dois tweets que dizem muito sobre a corrupção do Departamento de Justiça do regime Trump, que rasura os nomes dos criminosos nos ficheiros Epstein, protegendo-os activamente. Por que raça de razão é que o nome de quem violou esta vítima duas vezes não é revelado? Porque Pam Bondi não quer que se saiba. E o seu chefe na Casa Branca, também não.

 

 

Noutro caso, o nome do criminoso que escreve “a mais pequena das tuas raparigas era um bocadinho atrevida” é poupado à exposição pública. Por razões de “segurança nacional”?

 

 

E estes são só dois exemplos, porque esta descarada e aberrante ocultação dos perpetradores acontece aos milhares, neste último lote de ficheiros.

Uma pergunta só: como é que esta gente dorme à noite? Ou os demónios não necessitam de sono?

 

Criar pandemias, reinventar a eugenia, destabilizar o Médio Oriente: tudo é possível.

Há dezenas de emails em que Jeffrey Epstein e os seus associados, como Bill Gates e Larry Cohen, discutem e simulam pandemias, projectando cenários em que tentam envolver a autoridade sanitária norte-americana (CDC) e a Organização Mundial de Saúde no evoluir dos acontecimentos. Num email dirigido a Epstein, alguém cujo nome por qualquer enigmática razão é rasurado, afirma neste contexto:

“E espero que consigamos concretizar isto!”

 

 

E debaixo de cada pedra, encontramos invariavelmente uma larva sionista. É realmente impressionante a capacidade tentacular de Telavive. Até a criptomoeda foi rapidamente integrada na esfera de influência de Israel.

 

 

Os esforços eugénicos de Epstein também são evidentes nos ficheiros. Bebés geneticamente desenhados, clones, super-homens, efeminização da população masculina: não há abominação em que o demónio não se tenha enfiado.

 

 

E Peter Thiel, claro, não podia estar ausente desta orgia satânica. Epstein e o fundador da Palantir entretinham o tédio com planos para desestabilizar o Médio-Oriente, que é uma região do mundo que precisa deveras de ser desestabilizada, como sabemos bem.

 

 

Homicidas e canibais.

Descendo ao fundo do poço da desumanidade: aqueles que tentaram denunciar os crimes da rede satânica foram sendo paulatinamente suicidados. Aqueles que tentaram ocultar os crimes foram sendo paulatinamente premiados.

 

 

E esta gente comia carne humana, muito provavelmente, dissecada de crianças (nome de código: ‘jerkey’ ou ‘carne seca’). Inacreditável? Sim. Comprovável? Outrossim.

 

 

O problema de reportar todos os horrores contidos no último lote dos ficheiros Epstein é, para além de corrermos o risco de banalizar o mal absoluto, o de ficarmos sempre aquém da realidade manifesta nos conteúdos divulgados. Porque é de tal forma vasta a galeria de conluios e crimes contra a humanidade que é difícil até discernir a profundidade e malignidade que encerram.

Não que por isso caiam dos seus tronos os bandidos que os usurparam.