Um estudo recente publicado na Oncotarget encontrou uma possível ligação entre as vacinas mRNA e os diagnósticos de cancro. Os investigadores analisaram 69 estudos em todo o mundo, identificando 333 casos em que o cancro foi diagnosticado ou piorou logo após a vacinação.

Muitos dos casos envolviam tumores a crescer perto dos locais de injecção no braço, mas os autores do estudo recusaram-se a afirmar categoricamente que as injecções de mRNA causaram cancro.

Ainda assim, Pouco depois da publicação do estudo, o site da Oncotarget foi alvo de um ciberataque, tornando-o inacessível. O Dr. Wafik El-Deiry, um dos autores, destacou as preocupações sobre a censura na investigação médica devido ao ataque, afirmando que a investigação estava a ser “censurada” e partilhando uma publicação da revista científica alegando que o ataque foi levado a cabo por uma organização de ‘verificadores de factos’ chamada PubPeer.

 

 

O FBI está ciente do incidente, mas nenhuma investigação específica foi confirmada.

Esta não é de todo a primeira vez que papers científicos são censurados, de uma forma ou de outra, por irem contra a narrativa das vacinas mRNA.

Para além dos casos, bem conhecidos, expostos nos ‘Ficheiros Twitter‘, a imprensa dita científica e o estabelecimento académico têm contribuído decisivamente para silenciar a dissidência.

Em 2023 um estudo publicado pela célebre revista de ciências médicas Lancet , que analisava 325 autópsias após a vacinação Covid e constatava que 240 desses óbitos tinham sido causados pela vacina, foi removido 24 horas depois. E antes sequer da revisão por pares. Um ano depois, o paper censurado pela Lancet foi revisto por pares e publicado numa outra revista científica.

Entre 2020 e 2023, o regime Biden exigiu que a Amazon censurasse livros científicos sobre as vacinas COVID-19, que considerava “desinformação”, e a tecnológica de Jeff Bezzos agiu em conformidade.

Também em 2023, uma reportagem alemã que relacionava as vacinas Covid com o cancro foi retirada de circulação, num “ataque frontal à liberdade de imprensa.”