O César de Queens está a ser possuído por uma ambição imperialista sem rédea, e após a deposição do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, a administração americana procura agora promover uma mudança de regime em Cuba, até ao final do ano.
O governo federal americano está inclusivamente a tentar identificar figuras dentro do regime cubano para facilitar uma transição de poder, respeitando o manual de normas utilizado para a Venezuela.
Altos funcionários norte-americanos avaliaram a economia cubana como estando à beira do colapso, agravada pela perda de apoio do regime de Maduro, de que a ilha do Caribe era de facto bastante dependente.
As autoridades americanas têm-se reunido discretamente com membros da comunidade cubana exilada em Miami para identificar possíveis intermediários em Cuba que possam preparar o caminho para o colapso do regime comunista.
O presidente dos EUA, Donald J. Trump, enfatizou a alegada urgência da situação numa publicação recente no Truth Social, afirmando:
“Sugiro vivamente que façam um acordo. ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS”.
Não que se saiba exactamente que tipo de acordo é que o inquilino da Casa Branca está a propor aos cubanos. Até o Grok, depois de muito ‘pensar’, não conseguiu mais que informar que o acordo é… A mudança de regime.
Entretanto, o presidente do Comité de Inteligência da Câmara dos Representantes, Rick Crawford (republicano do Arkansas), declarou que a captura de Nicolás Maduro foi um primeiro passo para derrubar o regime comunista cubano, considerando-a “o princípio do fim”.
A operação militar norte-americana na Venezuela, que resultou na captura de Maduro é amplamente vista como um aviso implícito também para Cuba. Embora os Estados Unidos ainda não tenham tomado quaisquer medidas declaradas para derrubar o regime comunista, acções como a ordem do Presidente Trump para cortar o fornecimento de petróleo subsidiado à Venezuela e as sanções contra funcionários do governo e operações médicas no estrangeiro sugerem que iniciativas mais directas podem estar a caminho.
A seguir, a Colômbia. E depois, o Canadá. E mais tarde, o México, porque não?
Até que o velho sonho do ‘Tecnato da América‘ seja uma realidade geo-política.
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