O César norte-americano, Donald Trump e o tiranete ucraniano Vladimir Zelensky podem assinar um acordo em Davos, por ocasião da reunião anual da organização globalista/transhumanista World Economic Forum, com o objectivo de atrair cerca de 800 biliões de dólares ao longo de dez anos para a reconstrução da Ucrânia, segundo o jornal britânico Telegraph, que cita responsáveis ​​ocidentais e ucranianos.

De acordo com a publicação, Trump e Zelensky deverão viajar para a cidade Suíça, onde poderão encontrar-se e formalizar o acordo. As autoridades ucranianas descrevem a iniciativa como um “plano de prosperidade” concebido para garantir investimentos a longo prazo para a reconstrução do país e a retoma da sua economia.

O Telegraph refere que Zelensky tinha planeado visitar a Casa Branca na próxima semana para finalizar os acordos sobre reconstrução e garantias de segurança. No entanto, os aliados europeus terão sugerido o Fórum Económico Mundial em Davos como um local mais adequado para o encontro.

É lá que se sentem em casa.

O jornal acrescenta que as autoridades europeias também instaram Zelensky a não apressar as negociações com o presidente norte-americano. Acreditam que Trump apoia actualmente os seus esforços para pôr fim ao conflito em termos que consideram favoráveis ​​a Kiev e consideram que o tempo joga a seu favor, sabe-se lá porquê.

A notícia é a prova provada de que nunca ninguém como Donald Trump desprezou tão descaradamente o seu eleitorado.

Em Novembro de 2024, nem um só eleitor, um apenas, singular e isolado, votou Trump a pensar que um ano e pouco depois ele iria à conferência anual do WEF assinar um “acordo de prosperidade” de 800 biliões de dólares com o regime Zelensky.

Ao contrário, o actual presidente dos EUA foi precisamente eleito para se distanciar do conflito na Ucrânia, ao contrário do seu predecessor, e combater o globalismo de que o WEF é uma espécie de logótipo vivo.

Esta será até uma forma desavergonhada de enviar um recado aos eleitores: César não quer saber do que pensam ou do que esperam dele ou até das razões pelas quais decidiram que voltasse à Casa Branca.

César tem outras prioridades:

 

Qualquer infeliz que ainda tente redimir Donald Trump da sua infâmia tem, com esta notícia, o trabalho deveras dificultado, não tem?