A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou um “novo plano estratégico para a gestão de ameaças de doenças causadas por coronavírus”, de acordo com um comunicado de imprensa divulgado em Dezembro último.
O anúncio surge depois de a OMS, com financiamento da Fundação Gates, ter publicado o seu projecto para um sistema supranacional de identidade digital que rastreia todas as pessoas na Terra desde o nascimento, combina o estado de vacinação com rendimentos, etnia e religião e implementa vigilância baseada em IA para identificar, direcionar e monitorizar populações inteiras.
A agenda WEF sob esteróides.
De acordo com o comunicado de imprensa, a OMS quer controlar a forma como as nações soberanas respondem à “COVID-19, à síndrome respiratória do Médio Oriente (MERS) e a potenciais novas doenças causadas por coronavírus”.
O plano “abrange tanto a gestão de rotina como cenários de emergência” envolvendo o “surgimento de um novo coronavírus com potencial pandémico”.
O organismo internacional não eleito sublinha que a medida representa “o primeiro plano unificado deste tipo” e que o seu objetivo é “uma gestão sustentada, de longo prazo e integrada”., em nome do “avanço da integração, da sustentabilidade e da equidade”, temas comuns associados ao globalismo.
O plano faz parte da agenda “2025–2030” da organização para que as autoridades nacionais de saúde participem numa “abordagem orientada para a acção na gestão das ameaças da doença por coronavírus no contexto mais amplo da gestão de doenças infecciosas”.
A justificação da OMS é a alegada “capacidade do coronavírus desencadear epidemias e pandemias”.
A OMS insiste que “persistem incertezas em torno da evolução do vírus e dos impactos a longo prazo da COVID-19”.
A Diretora Interina da OMS para a Gestão de Epidemias e Pandemias da OMS, Dra. Maria Van Kerkhove, explicou que o plano inclui também esforços relacionados com a gripe, o agente patogénico que está a ser perigosamente manipulado em laboratórios financiados pelo governo federal norte-americano em todo o mundo.
O burocrata instou os líderes governamentais a prepararem-se para futuras ameaças patogénicas, alinhando com as directrizes da OMS:
“Os coronavírus continuam a ser uma das ameaças de doenças infecciosas mais relevantes da atualidade. Integrar a sua gestão em programas mais amplos de prevenção e controlo de doenças respiratórias e ameaças infecciosas, incluindo a gripe, é essencial. Embora cada país deva adoptar a sua própria abordagem, adaptada ao seu contexto nacional, a OMS insta os Estados-Membros a utilizarem as orientações estratégicas estabelecidas no plano para construir sistemas de saúde resilientes, capazes de gerir eficazmente as ameaças actuais e, ao mesmo tempo, prepararem-se para as futuras.”
A OMS está a expandir a sua rede de “vigilância sentinela” CoViNet, que conta agora com 45 laboratórios, a maior parte norte-americanos. Onze laboratórios foram adicionados só este ano, o que demonstra a magnitude da operação.
Apesar da ordem executiva de Janeiro do presidente Donald Trump, que retirou os EUA da OMS, a CoViNet inclui laboratórios pertencentes à Universidade Emory, à Universidade Estadual de Ohio e aos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC).
Em síntese, o novo “plano estratégico” da OMS representa um esforço internacional para centralizar a autoridade em pandemias sob um órgão estrangeiro não eleito, corroer as soberanias nacionais, diluir as responsabilidades sobre políticas de saúde e colapsar a tomada de decisões em saúde pública numa estrutura de comando global.
E isto acontece mesmo depois de o Presidente Trump ter retirado formalmente os Estados Unidos da OMS, o que demonstra o quão profundamente estas redes de vigilância e biossegurança permanecem enraizadas — e o quão susceptíveis são as nações a novos abusos.
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