Novas e sensacionais descobertas científicas desmentem a falsa crença de que os humanos têm de deixar de comer carne para salvar o planeta. O efeito do metano (CH4), um gás com efeito de estufa de menor magnitude, foi grosseiramente exagerado para sugerir que a pecuária representa uma ameaça significativa para o clima global.
Esta ameaça inventada baseia-se na multiplicação por cerca de dez do tempo que o CH4 permanece na atmosfera – o conceito de Potencial de Aquecimento Global 100 (GWP100), amplamente utilizado nos círculos activistas, incluindo o Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC) da ONU. Aos níveis de emissões actuais, cinco cientistas italianos prevêem um aquecimento 54% inferior ao previsto pelo GWP100, enquanto pequenas reduções nas emissões, possíveis com algumas alterações na dieta animal, produzem apenas quantidades ínfimas do aquecimento alegado.
Apesar do embuste ser evidente, os que odeiam carne persistiram em utilizar o GWP100 para alimentar a crise climática. Mas a farsa é exposta pelo trabalho dos cientistas italianos, que tem em conta o curto tempo de permanência do metano na atmosfera e mostra grandes reduções no aquecimento alegado, e até algum arrefecimento com reduções relativamente modestas.
No entanto, os cientistas italianos afastam-se do consenso académico apenas até certo ponto, uma vez que classificam todos os gases com efeito de estufa como “poluentes” climáticos, em vez de gases atmosféricos essenciais para toda a vida na Terra. É apresentada uma trajectória de aumento das emissões de metano que mostra pouca alteração em relação ao aquecimento proposto pelo GWP100, mas o cenário depende de um aumento improvável das emissões agrícolas três vezes mais rápido do que o crescimento recente sugere.
As emissões de metano podem aumentar no futuro, mas, se necessário, podem ser controladas por diversos meios naturais. A vaca produz alimento natural rico em proteínas para os humanos ao consumir gramíneas e vegetação não comestíveis, o que leva à fermentação entérica no seu estômago. Reduções nos gases resultantes entre 10% e 30% foram conseguidas por meios não químicos, como a optimização da dieta rotativa, a selecção genética de animais com menores emissões e alterações nas técnicas de criação.
Na sua essência, o novo estudo científico mostra que o GWP100 está irremediavelmente errado quando utilizado para promover a farsa da crise climática. O movimento contra o consumo de carne tem sido uma moda passageira do ambientalismo radical, mas, sob o pretexto do projecto Net Zero, com o seu controlo autoritário, foi incorporado no discurso dominante. As novas descobertas científicas sugerem que eliminar as emissões de metano da pecuária é desnecessário. Quem se preocupa com o CH4 e teme a adição de pequenas quantidades de gases intestinais de vacas na atmosfera, terá apenas que lutar por manter o consumo de carne no nível actual. No entanto, isto pode não ser tão relevante, uma vez que a maior parte das emissões de metano provém de diversas fontes e está sujeita a grandes variações naturais.
Na verdade, existem observações e evidências científicas consideráveis que sugerem que todo o alarme em torno dos gases atmosféricos é um grande embuste. Gases como o dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso aquecem apenas em gamas estreitas do espectro de infravermelhos. Além disso, os seus efeitos são frequentemente atenuados pela presença de vapor de água, um gás com efeito de estufa muito mais potente e abundante na atmosfera. As observações e medições sugerem que os gases “saturam” e produzem apenas retornos de aquecimento decrescentes. Esta simples hipótese, considerada por muitos como altamente plausível, tem a imensa vantagem de explicar o clima dos últimos 600 milhões de anos. Ao longo do tempo, os gases apresentaram frequentemente níveis muito mais elevados, criando condições favoráveis à proliferação de vida vegetal e animal abundante. Dois expoentes de renome da teoria da “saturação” são os professores eméritos William Happer e Richard Lindzen, que defendem que o metano e o óxido nitroso “são insuficientes para provocar qualquer efeito significativo no ambiente”. Qualquer efeito de aquecimento é considerado insignificante em comparação com a variabilidade natural.
Os receios politizados em torno do conceito de “Emissões Líquidas Zero” também giram em torno das emissões de óxido nitroso, um subproduto da aplicação de fertilizantes artificiais nas plantações. Nenhum activista ambiental, pelo menos tanto quanto é do conhecimento do Contra, conseguiu refutar a alegação de que a remoção de fertilizantes derivados de hidrocarbonetos reduzirá a produção mundial de alimentos para metade, causando a fome global e a provável morte de milhares de milhões de pessoas.
É até possível especular que na verdade será esse, em última análise, o objectivo destas políticas.
Grande parte dos dados apresentados para sustentar os absurdos do conceito de “Emissões Líquidas Zero” não são mais do que palpites manipulados, elaborados para promover uma agenda de extrema-esquerda, instrumentalizada pelos globalistas-transhumanistas. Há sempre a suspeita de que muitos dos receios, como os relacionados com o consumo de carne e o uso de fertilizantes, surgem de uma mentalidade política que considera que já existem demasiadas pessoas na terceira rocha a contar do Sol. A ideia de milhões sacrificados para salvar o planeta em busca de um futuro distópico, controlado centralmente, é um vector fundamental do “Grande Salto em Frente”, que já sustentou inúmeras experiências socialistas falhadas no passado e que alimenta a super-estrutura onírica dos senhores do universo de Davos, de Bruxelas, de Wall Street e de Silicon Valley,
Relacionados
16 Mai 26
A inteligência artificial como máquina de alucinação e motor apocalíptico.
O Contra disseca e sintetiza mais uma das geniais lições do professor Jiang Xueqin, um momento de desmontagem da natureza fraudulenta das indústrias de inteligência artificial e de denuncia do seu potencial apocalíptico.
14 Mai 26
Rei WEF anuncia, com pompa e circunstância: “os meus ministros darão seguimento à implementação da Identidade Digital.”
O Rei que vendeu a alma ao diabo está mesmo empenhado em implementar a distopia WEF. Mas quem é que o elegeu para apoiar políticas de carácter distópico, comportamento que vai contra os ditames da monarquia parlamentar britânica, pelo menos desde 1688?
14 Mai 26
À revelia do regime? Directora de Inteligência do governo federal americano investiga biolaboratórios estrangeiros financiados pelos EUA.
Tulsi Gabbard está a investigar mais de 120 biolaboratórios financiados pelos EUA em todo o mundo, para interromper actividades perigosas de ganho de função, no contexto de crescentes preocupações com a biossegurança.
12 Mai 26
Sondagens que não entrevistam ninguém: Inteligência artificial está a fabricar tendências da opinião pública.
Mais uma manobra transformista sobre a realidade: As empresas de sondagens e a imprensa corporativa estão a recorrer a "sondagens" que não perguntam nada a ninguém, recorrendo a agentes de inteligência artificial que fabricam aquilo que calculam que as pessoas pensam.
8 Mai 26
Hanta-Histeria.
É óbvio que a narrativa do Hantavírus está muito mal contada e só há uma hipótese deste agente patogénico se propagar como uma pandemia e essa hipótese é a de ter sido manipulado geneticamente, em laboratório, pelos suspeitos do costume.
6 Mai 26
Reflexões sobre o manifesto tecno-fascista da Palantir.
A Palantir publicou recentemente no X um manifesto que não esconde a sua ambição totalitária. O ContraCultura disseca e contraria alguns dos mais polémicos e assustadores segmentos desse texto, para esclarecimento da audiência e referência futura.






