A Agência Nacional de Combate ao Crime (NCA) do Reino Unido anunciou uma revisão abrangente de mais de mil casos de gangues de violadores que podem ter sido arquivados indevidamente devido a “erro humano” por parte da polícia ou dos procuradores. A operação, com o nome de código Operação Beaconport, vai reexaminar casos de potencial exploração sexual de crianças em grupo em Inglaterra e no País de Gales que foram “encerrados incorrectamente sem que tenham sido tomadas quaisquer outras medidas”.
A agência afirmou ter identificado 1.273 potenciais casos, incluindo 236 envolvendo alegações de violação, que foram arquivados entre 2010 e Março de 2025. A maioria destas investigações ocorreu durante um período em que a existência de redes de abuso sexual já era amplamente conhecida pelo público. O vice-diretor da NCA, Nigel Leary, afirmou a este propósito:
“As nossas análises iniciais identificaram que, em alguns casos em que houve a decisão de não prosseguir com as investigações, havia linhas de investigação disponíveis que poderiam ter sido exploradas. Observámos nestes casos o que parece ser erro humano e… em alguns casos, que estas investigações não seguiram o que caracterizaríamos como prática de investigação adequada, e isso contribuiu para a decisão de não prosseguir com as investigações”.
Erro humano? Ou as polícias britânicas são de incompetência abismal, ou, o mais provável, os casos foram encerrados por questões políticas, já que a etnia dominante destes gangues, como é bem sabido, é de origem imigrante e principalmente constituída por paquistaneses.
Durante anos, as vítimas de gangues de aliciamento e abuso sexual, geralmente raparigas brancas da classe trabalhadora, relataram terem sido descartadas pela polícia e pelos assistentes sociais como “prostitutas”, embora fossem menores, incapazes de consentimento. Muitos agressores terão sido ignorados pelas autoridades, receosas de serem acusadas de racismo ou de inflamar as chamadas “relações comunitárias”, e fecharam os olhos aos abusos.
A NCA afirmou que Beaconport registará a etnia tanto dos alegados agressores como das vítimas, algo que as forças policiais frequentemente evitam, para manter o público na ignorância sobre a verdadeira origem do problema. A decisão surge na sequência de um relatório da Baronesa Louise Casey, que constatou uma “falta alarmante de dados sobre etnia” e afirmou que a questão foi “ignorada durante anos”. Casey revelou um processo em que alguém usou corrector líquido para ocultar a palavra “paquistanês”, afirmando a este propósito:
“A exploração sexual infantil é horrenda, independentemente de quem a cometa, mas houve condenações suficientes em todo o país de grupos de homens de origem étnica asiática para justificar uma análise mais aprofundada.”
O Governo do primeiro-ministro Keir Starmer, pressionado por figuras como o líder do Partido Reformista, Nigel Farage, e o bilionário norte-americano Elon Musk, anunciou uma investigação nacional sobre o abuso de gangues de violação e as falhas das autoridades locais e da polícia na protecção das crianças. Inicialmente, Starmer resistiu à ideia de iniciar uma investigação, acusando os activistas de “se aproveitarem da onda da extrema-direita”.
A nova investigação pode revelar-se politicamente desconfortável para o Partido Trabalhista, que supervisionava muitas das áreas geridas pelos conselhos municipais onde os gangues operam, e para Starmer pessoalmente, uma vez que alguns casos foram arquivados enquanto chefiava o Ministério Público da Coroa (CPS).
As recentes revelações intensificaram o escrutínio das falhas oficiais. O órgão de fiscalização policial admitiu que os oficiais superiores em South Yorkshire negligenciaram as vítimas no que chamou de “falha organizacional sistémica”. Várias vítimas renunciaram também a um painel governamental criado no âmbito do processo, acusando os ministros de tentarem silenciá-las. Numa carta aberta, disseram:
“Ser publicamente desmentida e desconsiderada por um ministro do governo quando se é uma vítima a dizer a verdade faz-nos reviver aquela sensação de não ser acreditada”.
De facto, depois de terem sido negligenciadas pela polícia, as vítimas dos gangues são agora desacreditadas pelo governo britânico, num exercício de humilhação das populações nativas da Europa característico de qualquer agenda globalista.
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