Um imigrante foi condenado pelo Tribunal Regional de Tübingen por empurrar um ‘amigo’ pela janela de um edifício e violá-lo, quando este se encontrava estatelado no chão. O incidente foi registado por uma câmara de vigilância. O homem de 30 anos foi condenado a 11 anos de prisão por agressão qualificada e violação.
O incidente ocorreu em Novembro de 2024 na cidade de Reutlingen, e envolveu dois homens de cerca de 30 anos que bebiam álcool e fumavam haxixe no interior do abrigo para requerentes de asilo.
Segundo o testemunho da vítima, os dois homens começaram a discutir quando o arguido empurrou o seu desgraçado companheiro por uma janela colocada a uma altura de sete metros. Como se não bastasse, o imigrante foi ao encontro da vítima que se encontrava no exterior do edifício, jazendo no chão e gravemente ferida, baixou-lhe as calças e violou-o.
Transeuntes que passavam pelo local começaram a gritar por socorro, e um deles tentou agredir o violador. No entanto, isso não impediu o homem de continuar a violar a vítima ferida, de acordo com um juiz, que citou os detalhes chocantes no seu veredicto.
Os procuradores do caso pediram 12 anos de prisão, enquanto os advogados de defesa argumentaram pela absolvição, alegando risivelmente que a violação não foi provada (apesar de ter sido gravada por uma câmara de vigilância e testemunhada por várias pessoas).
O suspeito não tinha antecedentes criminais, mas o juiz afirmou que o homem não apresentava problemas de saúde mental ou dependência de drogas que pudessem atenuar a pena. Embora o arguido estivesse sob o efeito de drogas no momento do incidente, a quantidade era insignificante. O juiz considerou que o homem agiu “deliberadamente”. O criminoso também não se importou com o facto de o homem ter ficado gravemente ferido ou com as tentativas de contenção por parte das testemunhas.
No anúncio da pena de prisão, o juíz afirmou:
“Espero que faça terapia social e aproveite os outros serviços terapêuticos oferecidos na prisão.”
As autoridades alemãs, como fazem frequentemente nestes género de casos, não forneceram informações sobre o estatuto de asilo do homem ou a sua nacionalidade.
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