A representante republicana da Geórgia, Marjorie Taylor Greene, anunciou na sexta-feira que vai abandonar o Congresso.
Greene usou as redes sociais para anunciar o seu último dia no cargo:
“Vou renunciar ao cargo, sendo o meu último dia 5 de janeiro de 2026.”
My message to Georgia’s 14th district and America.
Thank you. pic.twitter.com/tSoHCeAjn1— Marjorie Taylor Greene 🇺🇸 (@mtgreenee) November 22, 2025
My official statement. pic.twitter.com/x48zEugmPV
— Marjorie Taylor Greene 🇺🇸 (@mtgreenee) November 22, 2025
Greene expressou a sua frustração com ambos os partidos, descrevendo a sua decisão como o culminar de anos de desilusão com a cultura política de Washington. A congressista dissidente afirmou que sempre tentou falar em nome do “homem e da mulher americanos comuns”, argumentando que a sua postura de outsider a tornava uma presença indesejada na capital.
“Os americanos são usados pelo Complexo Político Industrial de ambos os partidos políticos, ciclo eleitoral após ciclo eleitoral, para eleger o lado que os consegue convencer a odiarem mais o outro lado. E os resultados são sempre os mesmos. Não importa para que lado o pêndulo político oscile, republicano ou democrata, nada melhora para o homem ou a mulher americanos comuns.”
Na sua declaração, Marjorie descreveu os seus cinco anos no Congresso como uma luta para promover a agenda “America First”, que abraçou em 2020.
“Concorri ao Congresso em 2020 e lutei todos os dias acreditando que ‘Tornar a América Grande Novamente’ significava ‘América Primeiro’. Tenho um dos históricos de votação mais conservadores no Congresso, defendendo a Primeira Emenda, a Segunda Emenda, os nascituros porque acredito que Deus cria a vida na concepção, fronteiras fortes e seguras, lutei contra a tirania insana da Covid e a vacinação em massa obrigatória, e nunca votei para financiar guerras estrangeiras”.
O presidente norte-americano Donald Trump virou-se contra Greene, uma fiel apoiante da sua candidatura, e chamou-lhe “traidora” depois de esta ter criticado as suas decisões de política externa e se ter recusado a retirar o seu nome de uma petição que exigia a divulgação dos ficheiros de Jeffrey Epstein. Greene expressou alguma revolta pela atitude hostil de Trump e contrapôs, qualificando-se como “patriota” por estar ao lado das vítimas de Epstein e defender a agenda ‘America First’.
O abandono da vida política de Marjorie Taylor Green é sem dúvida alguma uma derrota para a América em particular e o populismo em geral. Sob o alto patrocínio da maior fraude deste século: Donald J. Trump.
Relacionados
15 Jun 26
Depois de anunciar por 39 vezes um acordo de paz, Trump prepara-se para assinar uma rendição dos EUA ao Irão.
Donald J. Trump afirmou no fim da semana passada, pela 39ª vez, que teria sido alcançado um acordo com o Irão. Mas o acordo parece mais uma capitulação dos EUA do que outra coisa qualquer, considerando as exigências dos iranianos e o que os americanos recebem em troca.
12 Jun 26
Congressistas avançam com projecto-lei que dá a Israel acesso à inteligência dos EUA, apesar do alerta do Pentágono sobre a espionagem sionista.
O Congresso norte-americano prepara-se para aprovar um projecto-lei que vai integrar as estruturas de inteligência dos Estados Unidos e de Israel, gerando preocupações sobre a autonomia e segurança dos EUA, bem como justificadas teorias da conspiração.
11 Jun 26
Péter Magyar quer poder absoluto e a Hungria caminha para uma crise constitucional.
A Hungria está a conhecer um grande impasse político que pode ser resolvido com a violação do seu sistema constitucional, depois de Péter Magyar ter proposto uma emenda ao texto fundamental da república para destituir do cargo o Presidente Tamás Sulyok.
10 Jun 26
O Reino Unido como barril de pólvora.
Ainda em choque com o caso Nowak, os britânicos foram confrontados com a tentativa de decapitação de um nativo branco de Belfast por um imigrante sudanês, captada em vídeo. Neste momento, o clima nas ilhas britânicas é de cortar à faca, literalmente.
9 Jun 26
Classe Epstein vs. Oligarquia WEF: Vance e Rubio criticam elites europeias pelo assassinato de Nowak. Starmer e Badenoch reagem com indignação.
A propósito do assassinato de Henry Nowak, o Regime Epstein criticou o estabelecimento WEF britânico, que reagiu prontamente, com Starmer a falar de "interferência estrangeira" e a líder "conservadora" Kemi Badenock a afirmar que não precisa de receber lições dos EUA.
8 Jun 26
Raparigas brancas violadas por cães, garrafas de whisky e centenas de muçulmanos: Rupert Lowe expõe a distopia do Reino Unido.
O líder do Restore Britain expôs em Westminster todo o horror dos abusos perpetrados por gangues de violadores muçulmanos no Reino Unido, enquanto o estabelecimento britânico continua a negar as evidências e a negligenciar as vítimas.

%20Marjorie%20Taylor%20Greene%20%F0%9F%87%BA%F0%9F%87%B8%20(@mtgreenee)%20_%20X.png)





