Num especialmente polémico episódio do seu podcast, Tucker Carlson e o seu convidado, o Dr. Andrew Huff, tiveram uma longa conversa sobre a pandemia Covid-19. Perto do final do episódio, Carlson citou a afirmação altamente controversa do Secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., de que o coronavírus poderia ser “adaptado” para ter efeitos mais adversos em grupos específicos de pessoas. Huff disse que a afirmação era “cientificamente verdadeira” antes de acrescentar:

“Houve uma descoberta numa publicação científica em que duas populações diferentes de pessoas de ascendência judaica — dependendo da linhagem de origem — uma foi mais impactada do que as outras.”

Tucker interrompeu o seu convidado para esclarecer que as populações a que Huff se referia eram as dos judeus sefarditas e asquenazes, sendo que estes últimos apresentaram uma excepcional imunidade ao vírus.

 

 

O estudo referido por Huff será este. Data de 2020 e analisou polimorfismos genéticos nos genes ACE2 e TMPRSS2 — factores-chave na entrada do vírus SARS-CoV-2 — relatando que as populações judaicas asquenazes e do leste asiático apresentaram menos variantes deletérias previstas em comparação com outros grupos, como os europeus não finlandeses e os afro-americanos. Os autores sugeriram que isto poderia implicar uma menor susceptibilidade genética à COVID-19 nestas populações, com base nas diferenças de frequência dos alelos nas bases de dados genómicas públicas.

Há uns anos atrás, RFK afirmou, a este propósito:

“O que também sabemos com certeza agora é que o vírus foi criado em laboratório, o que significa que podem literalmente conceber uma arma biológica para atingir estes receptores, o que significa que têm o potencial de atingir certas raças.”

Huff alertou também para a perigosa combinação de nanotecnologia e IA, que poderá ser utilizada para atacar certas características genéticas de populações específicas.

 

 

Por outro lado – e esta circunstância não fez parte da conversa entre Carlson e Huff – os dados de fertilidade pós-pandémicos indicam que, ao contrário do que aconteceu praticamente em todo o mundo, as vacinas contra a Covid não afectaram a fertilidade em Israel, apesar da muito elevada percentagem de mulheres vacinadas.

 

 

É também do conhecimento público que muitos dos principais quadros das grandes farmacêuticas são judeus, com destaque para Albert Bourla, o CEO da Pfizer.

A ideia de que uma pandemia pode ser instrumentalizada como arma eugénica é assustadora e é importante que o conceito seja discutido, mesmo que possa ser objectivamente refutado, após um aprofundamento realizado através de um maior número de estudos científicos.

O que não é legítimo, porque não contribui de todo para o apuramento da verdade, é reagir com a cínica ironia do triste senador republicano do Texas, Ted Cruz, ou com insultos, como muitos utilizadores do X fizeram.

 

 

A tendência manifestada pelos guarda-costas do sionismo internacional para simplesmente insultarem, cancelarem e difamarem vozes dissidentes das narrativas oficiais que de uma forma ou outra envolvam Israel, tendência que tem sido até liderada por gente que se diz ‘MAGA’, começa a ser sufocante e o próprio Tucker Carlson já se mostrou preocupado e até chocado com o facto.

 

 

Seja como for, toda a conversa de Tucker Carlson com Andrew Huff é deveras interessante e pode e deve ser consumida aqui.