O Serviço de Inspeção Sanitária Animal e Vegetal (APHIS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) iniciou a sua distribuição anual do RABORAL V-RG®, um isco com vacina oral contra a raiva (ORV), lançando o vírus activo produzido em laboratório de aviões e helicópteros em todo o território dos Estados Unidos.
Os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA sabem há mais de uma década que a vacina comestível RABORAL deixa “pessoas em risco de exposição à vacina e infecção pelo vírus da vacina”. No entanto, continuam a permitir que milhões de iscos com vírus vivos geneticamente modificados sejam dispersos sobre comunidades, florestas e cursos de água todos os anos, sem aviso público, consentimento informado ou supervisão abrangente de biossegurança — o que representa riscos potenciais para a saúde humana, a vida selvagem e a biossegurança das populações.
Os americanos estão a ser involuntariamente expostos a agentes patogénicos criados em laboratório, capazes de infectar várias espécies, sem divulgação transparente dos riscos ou mecanismo de exclusão.
De acordo com um comunicado de imprensa do USDA;
“A APHIS e os seus colaboradores começarão a distribuir iscos ORV a 13 de Agosto de 2025, em áreas rurais por avião e em áreas suburbanas ou urbanas por helicóptero. Os iscos ORV são revestidos com um atractivo de farinha de peixe e são embalados em sacos de plástico de duas polegadas ou cubos quadrados de uma polegada.”
O USDA alerta que os seres humanos “devem deixar [a vacina comestível contendo vírus activo] intacta se a encontrarem”.
Se as pessoas entrarem em contacto com o isco, “devem lavar imediatamente a área de contacto com água morna e sabão”.
Os cães que consumirem o isco “podem apresentar uma indisposição estomacal temporária”.
Um estudo revisto por pares publicado em Julho de 2019 na revista Vaccine confirma que a vacina oral contra a raiva RABORAL:
– É um vírus humano quimérico geneticamente modificado, do tipo ‘Frankenstein’, que expressa um gene da raiva;
– É transmitido durante semanas em várias espécies;
– Não foi testado quanto à sua resiliência e permanência nos ecossistemas;
– Pode potencialmente infectar animais e seres humanos não visados;
– Foi estudado por investigadores ligados à sua comercialização.
O mais alarmante é que o estudo confirmou que o ADN do vírus da vacina comestível pode ser detectado em esfregaços orais e retais após a inoculação na maioria dos animais, “seguido por um ressurgimento da disseminação entre os dias 17 e 34 em algumas espécies”.
Isto significa que os animais que ingerem a vacina oral são contagiosos para outros animais e seres humanos durante mais de um mês.
O isco com o vírus será distribuído no Maine, em Nova Iorque, no Ohio, na Pensilvânia, na Virgínia Ocidental, no Massachusetts, no Tenessee, na Carolina do Norte e no Alabama.
Em nome da “gestão da vida selvagem”, o governo federal americano está a cobrir o país com milhões de pacotes de vírus recombinantes vivos — transformando os céus dos Estados Unidos numa experiência de laboratório biológico em massa, conduzida sem o consentimento público, transparência ou responsabilização.
O que é que pode correr mal?
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