Nos tempos que correm, são sempre as perguntas óbvias que são tão veementemente desencorajadas. E uma das questões que mais tem sido desencorajada nos últimos 30 anos é: o que são aquelas linhas no céu que vemos como rastos de aviões? Algumas pessoas chamam-lhes chemtrails (literalmente: ‘trilhos químicos’), alegando que os governos ocidentais estão a pulverizar a atmosfera com produtos tóxicos e a desenvolver tecnologias de modificação climatérica ou geoengenharia, cujos resultados são, no mínimo, imprevisíveis.
A teoria da conspiração é apoiada por declarações de oficiais governamentais como RFK Jr., pela revelação de investimentos públicos nessa área, por evidências materiais de empresas privadas que se dedicam a esta actividade e por encobrimentos que são desmascarados, mas ainda assim, quem põe o dedo na ferida e quer saber mais sobre o assunto é acusado de não regular bem. Estas pessoas são claramente malucas. A Wikipédia chama-lhes malucas. Toda a imprensa corporativa as chama malucas. Mas os rastos ainda estão lá. E claramente não é vapor de água, porque isso não faz qualquer sentido. Então, o que são?
Aqueles ‘malucos’ que subscrevem a teoria da conspiração especulam que o propósito da libertação química pode ser o controlo da radiação solar, a modificação climática, a manipulação psicológica, o controlo da população humana, a guerra biológica ou química, ou o teste de um agente biológico ou químico na população, e que os vestígios estão a causar doenças respiratórias e outros problemas de saúde.
A equipa de Tucker Carlson passou os últimos seis meses a tentar encontrar alguém de confiança que pudesse explicar isto. Uma pessoa séria, sensata, com formação em engenharia, que nos pudesse dizer o que estamos a ver. Porque estamos a ver alguma coisa e, digam o que disserem, queremos saber o que é.
dude with a Nikon p1000 zooms in on a chemtrail plane laying dust 31 miles away. pic.twitter.com/dXJVAo8mQO
— The Rubber Duck ™ (@TheRubberDuck79) March 17, 2025
Dane Wiginton, o CEO do geoengineeringwatch.org, que estuda este assunto há quase 30 anos e compilou, após uma análise cuidada, aquele que parece ser o acervo mais completo do que estamos a observar é essa pessoa qualificada e credível. E o que disse a Tucker Carlson é deveras preocupante. O podcast pode ser consumido na sua integralidade no clip em baixo, mas vale a pena traduzir apenas alguns minutos introdutórios da intervenção de Wiginton, que na verdade sintetiza todo o seu testemunho.
“Há dispersão de partículas pulverizadas. Não há teoria nesta equação. A questão principal é que, quando temos imagens de perto destas aeronaves em altitude, KC-10s, KS135s, C-17 Globemasters com bicos visíveis a ligar e desligar a dispersão, não se trata de condensação. O geoengineeringwatch.org é a única entidade que levou cientistas de topo do laboratório da NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) a recolher amostras do que estas aeronaves pesadas emitem em altitude. Esta amostra foi processada e analisada em Nova Iorque, uma das instituições de teste mais conceituadas do mundo, e encontrámos exactamente o que sabíamos que iríamos encontrar, começando pelas nanopartículas de alumínio. O alumínio livre biodisponível é tóxico para toda a vida. Este elemento é mencionado em várias patentes de geoengenharia como parte de um elemento de dispersão geológica. Portanto, mais uma vez, não há nenhuma teoria envolvida nisto tudo, e o que é incrivelmente profundo nesta equação, é que toda a comunidade científica global sobre o clima, governos do mundo inteiro, dizem que precisamos de colocar aeronaves no ar imediatamente para dispersar partículas que espalham a luz.
Usamos os termos científicos no geoengineeringwatch.org porque o termo ‘chemtrails’ é, por definição, um termo que leva à marginalização instantânea. Se mencionar este termo, qualquer autoridade eleita não falará mais consigo, os meios de comunicação social irão marginalizá-lo imediatamente. Gestão da radiação solar, injecção de aerossóis estratosféricos, aumento da densidade das nuvens, geoengenharia climática… Se nos ativermos aos termos científicos, não nos poderão marginalizar. Portanto, mais uma vez, este elefante na sala que nos dizem ser uma teoria da conspiração é exactamente o que toda a comunidade científica global sobre o clima diz que precisamos de implantar imediatamente para abrandar o aquecimento do planeta. O objectivo declarado é desviar parte da energia térmica solar incidente.
(…)
As aeronaves estão a descolar de inúmeros locais. Temos conhecimento de várias bases militares de onde sabemos que estão a ser utilizadas. Também sabemos que as aeronaves comerciais estão a ser utilizadas nestas operações. Sabemos isto porque temos filmagens destas aeronaves, com bicos de escape adaptados instalados nas asas. Temos fotografias de grande plano, filmadas no jacto de escape, para simular a condensação. Não estamos a incriminar pilotos ou funcionários comerciais, mas estamos a comunicar com eles, alguns pilotos comerciais que distribuem os nossos materiais impressos em refeitórios de pilotos, por exemplo, secretamente, porque sabem que as suas aeronaves estão a ser utilizadas. Estes são sistemas automatizados. Transportam uma pequena carga útil. Deve recordar-se que por volta do ano 2000, o peso da aeronave tornou-se um factor muito importante. A quantidade de bagagem que levava, o peso que carregava. Parece que foi nessa altura que isso foi implementado. E sabemos também que o Departamento de Defesa arrendou um número significativo de aviões comerciais com marcas comerciais. Por que razão o Departamento de Justiça precisaria ou desejaria isso? E, mais uma vez, para o material base, porque estamos aqui a falar de uma quantidade extraordinária de material, com base nos nossos testes com a Universidade de Minnesota, cerca de 500 testes laboratoriais, e extrapolando a quantidade de material presente na precipitação e projectando-a globalmente, parece que algo entre 40 e 60 milhões de toneladas de nanopartículas estão a ser dispersas anualmente nos céus de todo o mundo. E quanto mais pequena for a partícula, mais tóxica, mais prejudicial e mais biodisponível é… E todos os testes oficiais de qualidade do ar, por definição, nem sequer procuram estes elementos, quanto mais divulgá-los. Os testes oficiais de qualidade do ar medem PM10, partículas de 10 micrómetros, ocasionalmente PM2,5. Estas são rochas em comparação com uma nanopartícula. Podemos acomodar até 100.000 nanopartículas na largura de um único fio de cabelo humano. São inconcebivelmente pequenas. E a razão pela qual usam partículas tão pequenas é porque permanecem suspensas durante mais tempo. E é esse o objectivo: manter as partículas em suspensão na atmosfera. E há mais força volumétrica, há mais área de superfície, quanto mais pequena for a partícula para uma determinada quantidade de material. Portanto, parece, e temos um estudo publicado sobre isto, um estudo publicado e revisto por pares que implica a cinza volante de carvão como material base para estas operações porque contém muitos dos elementos que os engenheiros climáticos consideram necessário dispersar nos nossos céus. E isso proporciona uma negação plausível e elimina um resíduo do qual estão sempre a tentar livrar-se. Há outros elementos adicionados. A American Elements Corporation parece ser um dos principais fornecedores para estas operações. Mas, mais uma vez, o facto de isto poder estar nos nossos céus e a montanha de dados que existe sobre isto, e a contínua presunção da chamada comunidade científica climática de que isto não está a acontecer, é estarrecedor. E não poderão esconder isso por muito mais tempo. Quero enfatizar isso. Esses programas serão expostos.
(…)
Recuemos até 1962. Há 63 anos, o presidente Lyndon Johnson, filmado, gravado, delirando como um lunático. São os primeiros 30 segundos da emissão nacional semanal, sem anúncios, apolítica e sobre geoengenharia, que ouvíamos em rádios portáteis por todo o país, mas os primeiros 30 segundos são este filme de Johnson a afirmar que tínhamos o poder de controlar a camada de nuvens do mundo naquela altura. E cito: ‘Quem controla o clima controla o mundo’. O quanto avançaram desde então?”
Vale a pena consumir todo o podcast, se bem que o seu conteúdo pode tirar o sono a pessoas mais sensíveis.
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