Na noite anterior aos protestos de 6 de janeiro de 2021, um suspeito colocou bombas artesanais perto das sedes do Comité Nacional Republicano (RNC) e Democrata (DNC) em Washington, D.C.

O suspeito foi apanhado em vídeo, mas nunca identificado ou capturado, ou sequer procurado, pelo FBI, que arquivou o caso rapidamente.

O Capitólio dos EUA foi encerrado a 6 de Janeiro, depois de as autoridades federais terem encontrado as bombas.

Foi precisamente por causa da descoberta destas bombas que as autoridades federais interromperam a contagem dos votos eleitorais no Congresso dos EUA, e não devido aos manifestantes do J6 que invadiram o edifício. O facto torna-se mais significativo agora que é possível confirmar que as bombas foram colocadas por uma agente da polícia do Capitólio dos EUA que, posteriormente, passou a trabalhar na segurança da sede da CIA, numa operação de falsa bandeira absolutamente escandalosa e eloquente sobre a praxis subversiva do Estado profundo norte-americano.

 

 

Ex-polícia do Capitólio apresenta correspondência forense com a suspeita do atentado de 6 de janeiro.

Uma análise forense da marcha de uma ex-polícia do Capitólio dos EUA, Shauni Rae Kerkhoff, apresentou uma correspondência de 94% a 98% com a peculiar passada do suspeito da tentativa de atentado bombista de 6 de Janeiro, há muito procurado, de acordo com uma investigação da Blaze News confirmada por várias fontes de inteligência.

Uma fonte próxima da investigação do Congresso à tentativa de atentado informou a imprensa que surgiram recentemente provas que apontam para o envolvimento das forças policiais na colocação das bombas artesanais.

Um algoritmo de software que analisa os parâmetros de marcha, incluindo flexão (dobra do joelho), extensão da anca, velocidade, comprimento do passo, cadência e variação, classificou Shauni Kerkhoff, de 31 anos, de Alexandria, Virgínia, como 94% semelhante à suspeita de atentado à bomba mostrada num vídeo de 5 de Janeiro de 2021. O analista veterano que realizou a análise disse que, para além da estimativa feita pelo algoritmo, o seu cálculo pessoal estipula a semelhança em cerca de de 98%.

Kerkhoff, que foi polícia no Capitólio durante quatro anos e meio, deixou o departamento em meados de 2021 para trabalhar na segurança da Agência Central de Inteligência (CIA).

A porta-voz da CIA, Liz Lyons, afirmou que a pessoa em questão trabalhava de facto na segurança do perímetro de Langley.

A residência de Kerkhoff em Alexandria, Virgínia, parecia estar sob vigilância policial na noite de sexta-feira passada.

 

O FBI desviou um agente que operava demasiado perto da morada de Shauni Kerkhoff.

O FBI, que não conseguiu resolver o caso em quase cinco anos de investigação, mas indicou agora estar perto de a concluir depois de o Blaze News ter levado o caso a fontes de inteligência, realizou operações de vigilância relacionada com outro suspeito de um outro atentado à bomba, a poucos metros da morada da suspeita do atentado, dias depois de 6 de Janeiro.

O ex-agente especial do FBI, Kyle Seraphin, apercebeu-se na sexta-feira de que esteve a fazer vigilância na casa ao lado da mulher agora identificada como a autora da tentativa de atentado, recordando que foi, inexplicavelmente, afastado do local por ordens superiores.

“O FBI colocou-nos a uma casa de distância da suspeita do atentado com uma bomba artesanal poucos dias depois de 6 de janeiro, e fomos deliberadamente afastados sem qualquer razão lógica ou de investigação. E tudo isto me diz que eles estavam envolvidos num encobrimento desde o primeiro dia. Eles estavam todos envolvidos nisto.”

Seraphin propôs uma abordagem informal à casa de um funcionário civil da Força Aérea cuja morada estava ligada a um veículo que transportou o suspeito de um atentado em Falls Church, Virgínia, a 5 de Janeiro de 2021.

A equipa de Seraphin passou dois dias a observar o homem, mas o pedido do agente para um encontro pessoal com o suspeito foi negado. A equipa foi retirada do caso na mesma noite.

 

Análise da marcha.

O estudo forense, produzido pela Blaze News, revelou que a marcha de Kerkhoff corresponde até 98% à do suspeito das bombas artesanais. As descobertas foram confirmadas por várias fontes de inteligência que analisaram os resultados do estudo.

A fonte que fez a comparação disse que o software classificou a correspondência em 94%, estimando no entanto a probabilidade em algo mais próximo de 96% a 98%, incluindo uma combinação de peritagem humana, inclusão de outras variáveis como a altura do suspeito, e análise por software.

As amostras do caminhar de Kerkhoff foram recolhidas a partir de imagens de segurança do circuito fechado de TV da Polícia do Capitólio a 6 de janeiro e comparadas a um vídeo não editado do suspeito, usando um hoody com capuz, a caminhar por um beco perto para colocar uma bomba artesanal atrás do Capitol Hill Club por volta das 20h16 do dia 5 de Janeiro.

Duas outras fontes familiarizadas com a análise da marcha, que assistiram à comparação em vídeo e à análise do software, disseram ao Blaze News que concordaram que as amostras de vídeo correspondiam à marcha do suspeito.

O mistério das bombas artesanais paira sobre o dia 6 de janeiro há quase cinco anos. O FBI afirmou que um indivíduo desconhecido colocou bombas artesanais debaixo de um banco de jardim no DNC (Comité Nacional Democrata) e no Capitol Hill Club, perto do edifício do Comité Nacional Republicano, entre as 19h54 e as 20h16 da noite anterior aos motins.

A descoberta dos dispositivos entre as 12h40 e as 13h05 do dia 6 de janeiro desviou recursos policiais já escassos do Capitólio, precisamente quando uma enorme multidão invadiu o local às 12h53. Uma sessão conjunta do Congresso foi convocada às 13h00 para analisar as contestações à certificação dos votos do Colégio Eleitoral da eleição presidencial de 2020.

Kerkhoff foi polícia no Capitólio de 2018 até meados de 2021. Foi membro da Unidade de Perturbações Civis do departamento e instrutora no uso de armas de controlo de multidões, que foram amplamente utilizadas contra os manifestantes de 6 de Janeiro.

 

Um especialista em análise da marcha utilizou um algoritmo de computador para comparar a marcha do suspeito da bomba artesanal (à esquerda) com a da agente da polícia Shauni Rae Kerkhoff e obteve uma correspondência de 94%.

 

Kerkhoff  usou força letal contra os manifestantes a 6 de Janeiro.

Na quarta-feira passada caiu no domínio público um vídeo de vigilância da Polícia do Capitólio que mostra Kerkhoff e outros agentes da Unidade de Distúrbios Civis a usar repetidamente força letal contra a multidão de 6 de Janeiro Pelo menos 16 pessoas que se encontravam no início da manifestação na Praça Oeste do Capitólio foram atingidas acima da cintura por projécteis de impacto cinético e gás pimenta disparados de um plano superior, no Terraço Oeste do Congresso.

 

Encobrimento e manipulação.

O vídeo da suspeita de ser a autora da tentativa de atentado utilizado pela Blaze News na sua análise não é o mesmo divulgado pelo FBI. Um analista de vídeo que conduziu uma investigação de mais de um ano disse ao Blaze News que as imagens divulgadas pelo FBI foram manipuladas para reduzir a taxa de fotogramas. Embora mostre a mesma cena que o vídeo do FBI, o clip utilizado pela Blaze News veio de outra fonte e é visivelmente mais nítido e com movimentos muito mais suaves.

O ex-chefe da Polícia do Capitólio, Steven Sund, disse que está ansioso por saber os resultados da investigação sobre a tentativa de atentado bombista. Mas afirmou não ter conhecimento do envolvimento de qualquer polícia do Capitólio na colocação das bombas artesanais.

“Não tinha conhecimento de que isto estava a ser feito, nem que estavam a realizar a operação com qualquer autorização do gabinete do chefe da polícia. Não tenho conhecimento de nenhuma razão legítima para que qualquer polícia do Capitólio ou outro agente da autoridade estivesse envolvido na colocação destas bombas artesanais”.

A possível solução para o mistério da bomba artesanal pode ter repercussões de longo alcance.

Várias autoridades familiarizadas com os esforços de investigação do governo federal americano afirmaram que é premente um novo trabalho para determinar se houve cúmplices que auxiliaram e instigaram a tentativa de atentado, e para descobrir se as agências ou funcionários federais sabiam quem estavam envolvidos na falsa bandeira e participaram no encobrimento que durou quase cinco anos.

O FBI tem sido questionado sobre a sua incapacidade de fazer progressos significativos nas investigações, apesar de ter oferecido uma recompensa de 490.000 dólares à ATF, além de uma recompensa de 10.000 dólares do Departamento de Polícia Metropolitana. O ex-director do FBI, Christopher Wray, afirmou que a agência conduziu uma investigação exaustiva. Mas os dados disponíveis provam o contrário.

Num depoimento ao Congresso, Wray disse que no dia 6 de Janeiro o FBI fez uma demonstração de força contra os extremistas violentos de direita, afirmando que o extremismo violento doméstico, alimentado por movimentos de supremacia branca, seria uma das maiores ameaças à nação.

A possibilidade de um polícia do Capitólio ser o autor do atentado, a confirmar-se, poderá inverter por completo a narrativa cuidadosamente elaborada e zelosamente defendida pelos Democratas, de que multidões de apoiantes de Trump invadiram o Capitólio como parte de uma insurreição para manter Trump no cargo e impedir a eleição de Joseph R. Biden Jr.

Enquanto se recusou a resolver o mistério das bombas artesanais, o FBI conduzia a maior investigação da sua história para capturar os milhares de americanos que se deslocaram ao Capitólio após o discurso de Trump, a 6 de Janeiro. O FBI, sob a gestão de Wray, trabalhou em conjunto com o Departamento de Justiça de Biden para prender milhares de apoiantes de Trump.

A colocação de Shauni Kerkhoff nos quadros da CIA, depois da ter realizado a operação subversiva, atribui uma dimensão conspirativa à circunstância que não pode ser ignorada em toda a equação.

 

Reacção dos Serviços Secretos.

A resposta dos Serviços Secretos dos EUA à descoberta da bomba artesanal sob um banco de jardim no edifício do Comité Nacional Democrata (DNC) gerou críticas por parte dos investigadores do Congresso e do Inspector-Geral do Departamento de Segurança Interna.

As especulações de que os Serviços Secretos sabiam que a bomba artesanal no DNC constituía uma operação de falsa bandeira começaram quando o representante Thomas Massie (republicano do Kentucky) divulgou imagens de segurança da Polícia do Capitólio mostrando agentes a agir com indiferença depois de um oficial de contra-vigilância da Polícia do Capitólio os ter informado sobre a descoberta de uma bomba artesanal nos arbustos atrás do edifício do DNC.

Os agentes permaneceram no seu SUV a almoçar durante dois minutos antes de saírem para investigar. Ficaram a poucos metros da suposta bomba e permitiram que os peões passassem e os veículos continuassem a circular a poucos metros do dispositivo. Os comboios suburbanos que passam junto ao edifício do DNC continuaram a operar normalmente.

Há duas semanas, o Blaze News noticiou a investigação de um ano conduzida por um operador de câmara que encontrou provas de que o FBI estava a enganar o público americano sobre as bombas artesanais.

Um utilizador conhecido como Armitas nas redes sociais afirmou que os vídeos divulgados pelo FBI foram manipulados para reduzir a taxa de fotogramas. Apresentou ainda provas de que o autor dos atentados com bombas artesanais tentou plantar os engenhos primeiro à porta do Congressional Black Caucus Institute e de uma casa de apoio a congressistas na Rua C, na noite de 5 de Janeiro.

Pouco depois da reportagem da Blaze News sobre estas descobertas, o FBI divulgou imagens de melhor qualidade do suspeito.

Armitas disse acreditar que o dispositivo plantado junto a um banco no meio de arbustos no edifício do Comité Nacional Democrata (DNC) às 19h54 do dia 5 de Janeiro foi retirado às 4h40 do dia seguinte e recolocado pouco antes ou quase em simultâneo com a descoberta da bomba, às 13h05. O dispositivo parece ter sido desmontado pelo suspeito do atentado em frente ao Congressional Black Caucus Institute, a 5 de Janeiro.

 

As bombas artesanais foram colocadas perto do edifício do Comité Nacional Democrata (à esquerda) e do Capitol Hill Club (à direita).

 

Grande parte da discussão pública sobre o caso centrou-se nos raros ténis Nike Air Max Speed ​​​​Turf que o suspeito usava — e se conhecia as áreas em redor do edifício do Comité Nacional Democrata (DNC) e do Capitol Hill Club.

Armitas disse acreditar que o suspeito sabia que podia tomar um pequeno atalho na esquina das ruas 1st e C e escapou por um portão bem escondido no jardim de uma igreja, depois de plantar o segundo dispositivo atrás do Capitol Hill Club.

O software de análise da marcha pode obter resultados precisos mesmo que o indivíduo esteja a caminhar a uma velocidade acima do normal. Consegue também reconhecer a marcha em vídeos gravados à distância e não exige a mesma resolução de vídeo necessária para o reconhecimento facial, segundo afirmou o analista. A cabeça do suspeito do atentado estava coberta por um capuz e uma máscara facial de protecção contra a COVID-19.

 

Investigação convenientemente estagnada.

A falta de progressos do FBI na resolução gerou crescentes críticas por parte dos membros republicanos do Congresso. Numa audiência em Julho de 2023, Massie questionou Wray sobre um vídeo que tinha descoberto, mostrando o homem que aparentemente encontrou a bomba no edifício do Comité Nacional Democrata (DNC) e que mais tarde se soube que era um polícia à paisana da unidade de contra-vigilância do Capitólio.

Massie perguntou a Wray:

“O senhor interrogou esta pessoa?”

O ex-director do FBI respondeu:

“Conduzimos todos os passos lógicos de investigação e entrevistámos todos os indivíduos pertinentes até à data.”

Wray afirmou repetidamente que não iria discutir detalhes de uma investigação em curso, o que provocou uma reprimenda de Massie.

“Podemos tratar de informações confidenciais e financiamos o seu departamento, por isso, o senhor precisa de nos fornecer essas informações. Isto aconteceu há novecentos dias, e o senhor disse que tinha total confiança de que iríamos prender o suspeito. Encontrámos um vídeo que parece mostrar alguém, um peão, a encontrar milagrosamente esta bomba artesanal na Convenção Nacional Democrata e depois a notificar a polícia. Milagrosamente, digo eu, porque foi exactamente no momento que iria causar a máxima distração em relação aos acontecimentos que estavam a ocorrer no Capitólio.”

Wray respondeu:

Bem, mais uma vez, não quero especular sobre indivíduos específicos. Posso dizer que fizemos milhares de entrevistas, analisámos cerca de 40.000 ficheiros de vídeo, dos quais este é um. Avaliámos mais de 500 denúncias”.

Para chegarem a conclusão nenhuma?

 

 

Em Maio de 2024, Massie questionou Steven Dettelbach, então director do Departamento de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF), por não ter fornecido informações sobre as bombas artesanais ou sobre as acções dos agentes do ATF no dia 6 de Janeiro:

“Pode confirmar que as bombas artesanais colocadas no Capitol Hill Club e na sede do Comité Nacional Democrata no dia 6 de Janeiro não poderiam ter explodido com um temporizador de cozinha de 60 minutos se tivessem sido colocadas no dia anterior?”

Dettelbach chutou para canto:

“Respeitosamente, acredito que isto se relaciona com a investigação, que está a ser apoiada pelo ATF e liderada pelo FBI, e não posso comentar.”

Dettelbach nem sequer nomeou o oficial da ATF que comandou a operação de investigação sobre as bombas artesanais nem respondeu quando perguntado se os dispositivos foram colocados como parte de algum exercício de treino.

 

 

Numa entrevista ao Comité Judiciário da Câmara dos Representantes, a 7 de Junho de 2023, o chefe da filial do FBI em Washington afirmou que seria “procedimento básico de investigação” entrevistar quem encontrou a bomba artesanal na Convenção Nacional Democrata (DNC). Steven D’Antuono, director assistente do FBI, disse a este propósito:

“Em qualquer investigação, quem descobre o dispositivo é alguém com quem é preciso falar, certo? Porque essa pessoa pode ser quem plantou o dispositivo. É um procedimento básico de investigação.”

Treze meses antes de assumir o cargo de director do FBI, Kash Patel pareceu colocar a hipótese de as bombas artesanais serem uma falsa bandeira, afirmando:

“Se as alegações [sobre o terrorista] não forem verdadeiras, ou se houve alguma manobra do governo, ou alguma fonte desonesta do FBI, ou o que quer que seja, não sei porque não tenho acesso aos ficheiros do caso, então teremos mais um escândalo de corrupção no meio de uma narrativa eleitoral.”

Uma vez nomeado director da mais corrupta das agências de segurança da história universal da infâmia, Patel fez o mesmo que Wray. Esqueceu o assunto.

 

Repressão e subversão: crimes sem castigo.

A operação de falsa bandeira desenvolvida por Shauni Kerkhoff compagina com as acções renegadas e subversivas do FBI a 6 de Janeiro, que o ContraCultura documentou exaustivamente.

Em Setembro deste ano, a agência admitiu que 275 agentes à paisana estavam infiltrados na multidão a 6 de Janeiro de 2021. Sendo que nesse dia não entraram mais que 2500 pessoas no Capitólio, temos mais que um infiltrado do FBI para cada 10 amotinados. É claríssimo que estes agentes não se encontravam entre a multidão para conter os protestos mas como agitadores.

Antes desta admissão, vários oficiais do FBI, da CIA e da polícia de Washington já tinham indicado que o FBI tinha agitadores infiltrados nos protestos desse dia.

Ray Epps, o informador do FBI que confessou ter orquestrado o motim de 6 de Janeiro, foi em Janeiro de 2024 condenado a apenas um ano de liberdade condicional e a uma multa de 500 dólares.

Steve Baker, o jornalista do Blaze News que agora conseguiu identificar a autora da tentativa de atentado bombista, foi, em Março de 2024, detido pelo FBI e acusado de várias contraordenações por ter ousado investigar a fundo os acontecimentos de 6 de Janeiro.

O regime Biden prendeu milhares de manifestantes que protestaram em Washington nesse dia, numa operação de repressão política nunca vista nos EUA. Muitos foram tratados como terroristas, privados dos seus direitos constitucionais e condenados a penas de 20 e 30 anos de prisão. O Departamento de Justiça do regime Biden instaurou processos criminais a apoiantes de Trump que nem sequer entraram no Capitólio.

Chegado à Casa Branca, Donald J. Trump perdoou alguns e comutou a pena de muitos, embora nem se saiba quantos desses apoiantes estão ainda detidos, mas os responsáveis pela operação de falsa bandeira e pela perseguição draconiana e pidesca aos manifestantes, perpetrada pelo Estado profundo e em muitos casos com a cumplicidade dos republicanos, continuam impunes.

Os acontecimentos de 6 de Janeiro de 2021 resultaram numa única vítima mortal: a veterana da Força Aérea Ashli Babbitt, que participava na manifestação, injustificadamente atingida a tiro por um polícia de Washington com um passado repleto de acusações de corrupção e activismo político.