Quem ganhou afinal a II Guerra Mundial? Os que lutavam pela liberdade, ou os que combatiam pela tirania?
A maioria dos cidadãos do Ocidente dirão imediatamente que foram os Aliados que lutavam pela liberdade. Afinal, é isso que afirmam os livros de História. Mas será mesmo verdade? A Europa Ocidental é hoje mais livre do que antes da guerra? Infelizmente, não. Basta perguntar a quem se lembra da diferença.
Um veterano britânico da Segunda Guerra Mundial, de 100 anos, lamentou que o estado actual do Reino Unido não seja aquele pelo qual ele e os seus camaradas lutaram e pereceram, numa entrevista concedida ao programa da ITV “Good Morning Britain”, na sexta-feira passada.
Alec Penstone teve uma longa carreira na Marinha Real Britânica, tendo servido a bordo do HMS Campania durante o ‘Dia D’. Enquanto a Commonwealth britânica comemorava Remembrance Sunday que homenageia os soldados que morreram desde a Primeira Guerra Mundial, Penstone foi questionado sobre o significado que a data tinha para ele, afirmando:
“A minha mensagem é a seguinte: consigo visualizar na minha mente fileiras e fileiras de pedras brancas, representando as centenas dos meus amigos e todos os outros que deram a vida – para quê? O sacrifício não valeu o resultado que temos agora.”
Perante o visível embaraço dos apparatchiks da ITV, que lhe perguntaram o que queria realmente dizer, o veterano centenário não hesitou:
“Lutámos pela nossa liberdade – lutámos por ela. Mas agora, a situação está muito pior do que quando lutei por ela.”
O vídeo tornou-se viral nas redes sociais, com muitos comentadores a falarem sobre as ondas massivas de imigração que transformaram as cidades do Reino Unido e a feroz repressão sobre a liberdade de expressão que se vive no país.
‘What we fought for was our freedom, even now [the country] is worse than it was when I fought for it,’ says 100-year-old World War II Veteran Alec Penstone. pic.twitter.com/M9HSsS5sIW
— Good Morning Britain (@GMB) November 7, 2025
O Reino Unido tem sido alvo de críticas internas e externas pelas suas leis contra o ‘discurso de ódio’, ao ponto de as pessoas serem abordadas pela polícia nas suas casas – e detidas – por comentários politicamente incorrectos feitos nas redes sociais.
No meio da turbulência cultural causada pela imigração ilegal e pela censura da extrema-esquerda, o debate sobre se aqueles que morreram na Segunda Guerra Mundial reconheceriam — ou aprovariam — o actual estabelecimento das nações que lutaram para defender tem ganho intensidade.
Do outro lado do Atlântico, um veterano norte-americano da Segunda Guerra Mundial fez comentários semelhantes em 2024. Enquanto os norte-americanos celebravam o 80º aniversário do ‘Dia D’, o veterano Ronald “Rondo” Scharfe reflectiu sobre o seu serviço na Normandia, numa entrevista à apresentadora da Fox News, Martha MacCallum.
“A verdade é que muitas vezes me sinto um estrangeiro no meu próprio país e não gosto disso. Deixa-me muito triste. Só espero que possamos sair desta situação.”
Quer se admita ou não, grande parte da Europa Ocidental adoptou exactamente o tipo de totalitarismo que jurou derrotar na década de 1940. As liberdades civis do continente estão praticamente mortas, os seus governos agiram com mão de ferro durante a COVID-19 e a polícia prende pessoas regularmente por exercerem o seu direito à liberdade de expressão. Esta não é propriamente uma forma de recompensar homens honrados como Penstone por arriscarem a vida no inferno da Normandia.
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