Um orgânico e viral boicote à Netflix foi iniciado por Elon Musk, depois do patrão da Tesla ter criticado no X a plataforma de streaming por criar uma série infantil com temática transgénero.
A série, Dead End Paranormal Park, produzida pela Netflix, apresenta uma personagem trans (de 14 anos) que promove activamente o seu estilo de vida e sexualidade transgénero. A série é anunciada para maiores de sete anos.
This is not ok https://t.co/dFTWYYm83A
— Elon Musk (@elonmusk) September 30, 2025
Elon Musk, conhecido pela sua forte posição contra a identidade de género, desencadeou o boicote após ter apelado aos seus 226,9 milhões de seguidores que cancelassem a Netflix.
Cancel Netflix for the health of your kids https://t.co/uPcGiURaCp
— Elon Musk (@elonmusk) October 1, 2025
De acordo com algumas contas importantes no X, as pessoas seguiram o conselho de Musk e cancelaram as suas subscrições da plataforma. É impossível verificar os números, no entanto, a conta fã de Elon Musk, DogeDesigner, diz que a quantidade de cancelamento das subscrições é “enorme”.
🚨 BREAKING: Netflix is seeing massive subscription cancellations right now as @elonmusk joins boycott over woke content. pic.twitter.com/X8u3Y90DhQ
— DogeDesigner (@cb_doge) September 30, 2025
A conta Libs of TikTok também relatou que o criador do programa que é alvo de todo este movimento, Hamish Steele, foi um dos liberais desequilibrados que chamaram nazi a Charlie Kirk e ficaram escandalizados porque as pessoas lamentaram o seu assassinato.
Meet Hamish Steele, creator of a kid’s show on @netflix which teaches kids they can be transgender.
After Charlie was ass*ssinated, he called Charlie a nazi and had a meltdown because people were mourning him.
Netflix is SILENT. Their silence is deafening.
CANCEL NETFLIX pic.twitter.com/Uhi6qMiicZ
— Libs of TikTok (@libsoftiktok) October 1, 2025
Não é novidade para ninguém que a Netflix é um dos principais motores da cultura woke dos tempos que correm. Todos os programas que produzem promovem temas gays, com personagens gays e histórias gay-lésbicas. É uma piada recorrente neste momento. Mas apesar dos seus conteúdos estarem já em contra-ciclo cultural, a plataforma parece insistir fanaticamente na ideologia tresloucada.
Em resultado do boicote recomendado por Musk, as acções da Netflix caíram, consolidando a sua maior desvalorização semanal desde 4 de Abril. Os títulos desvalorizaram quase 5% no período de negociação de 5 dias que terminou na sexta-feira.
As acções ficaram atrás do mercado em geral, que subiu cerca de 2%, atingindo novos máximos na semana passada, e também ficaram atrás de grandes empresas tecnológicas como a Amazon e a Meta.
A infâmia tem um preço. Mas aqui entre nós, não parece que a Netflix se importe de o pagar. Pelo menos por enquanto.
Relacionados
15 Mai 26
‘Eyes Wide Shut’ não era ficção. Era uma confissão.
A conexão entre o filme de Stanley Kubrick e os ficheiros Epstein de que ninguém está a falar: o realizador filmou em propriedades pertencentes a famílias ligadas à rede pedófila. Uma investigação de Marcos Paulo Candeloro.
13 Mai 26
Orwell, ao quadrado: União Europeia declara guerra aos servidores VPN para “salvar as crianças”.
Disfarçando a pulsão despótica com a segurança das crianças, os burocratas da UE estão a promover regulamentos mais rigorosos sobre os servidores VPN, como parte de uma iniciativa para a “verificação da idade online” e da sua agenda de “Controlo de Chat”.
8 Mai 26
Giorgia Meloni critica deepfakes “sensuais” divulgados por “adversário fanático”.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, abordou a ameaça transformista dos deepfakes, depois de imagens geradas por inteligência artificial que a retratavam em lingerie terem circulado online.
28 Abr 26
Sai Viktor Orbán, entra a perversão globalista: Canal de televisão LGBT será lançado em breve na Hungria.
Aquilo que há umas semanas seria impensável na Hungria, está a transitar rapidamente para a realidade dos factos, e sob o governo de Péter Magyar prepara-se já o lançamento de um canal de televisão LGBT, com emissão 24 horas por dia.
20 Abr 26
Campanha dos transportes públicos de Estocolmo causa escândalo ao virar a realidade completamente ao contrário.
A empresa de transportes públicos de Estocolmo decidiu criar uma campanha que incentiva os passageiros a serem mais atenciosos nos seus comportamentos com os outros utilizadores. O problema é que, no processo, trocou as etnias de quem incomoda e de quem é incomodado.
17 Abr 26
Google está a alterar as manchetes de notícias, à revelia dos órgãos de comunicação social.
A Google está a gerar nova controvérsia depois de ter começado a testar uma funcionalidade que reescreve os títulos dos artigos da imprensa sem pedir permissão ou sequer notificar os editores.







