A Casa Branca acabou de fechar um acordo de 70 biliões de dólares com a Pfizer para ampliar o seu sinistro império nos EUA. O “acordo histórico” dá à Pfizer cobertura para expandir a sua assassina plataforma mRNA — varrendo um rasto de morte e destruição para debaixo do tapete, sob o pretexto de um compromisso de 2reduzir os preços dos medicamentos” no mercado americano.

Na assinatura do acordo, Donald Trump disse isto:

“Foi uma honra ter o Albert [Bourla aqui]… Fez um trabalho fantástico com a COVID. Fez um trabalho fantástico com muitas coisas. É um líder. E a Pfizer está no topo.”

 

 

As provas materiais de que as vacinas Covid de tecnologia mRNA não serviram para muito mais do que matar pessoas são abundantes e o Contra tem documentado persistentemente esse legado criminoso. Mas talvez seja de destacar, por se tratar de uma iniciativa oficial do próprio estabelecimento republicano, que um estudo do Cirurgião-Geral da Flórida indica que as vacinas mRNA da Pfizer foram responsáveis ​​pelo menos por 470.000 mortes nos Estados Unidos da América.

O estudo revela um aumento de 36% na mortalidade por todas as causas não relacionadas com a Covid entre os que receberam a vacina da Pfizer em comparação com a vacina da Moderna. Por cada 636 pessoas que foram submetidas à vacina da Pfizer, uma morreu.

Isto quando um estudo conduzido por investigadores da Universidade de Stanford e da Universidade Católica do Sagrado Coração, em Itália, contradiz fortemente a estimativa anterior da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que as vacinas contra a COVID-19 evitaram 14,4 milhões de mortes em todo o mundo, só no primeiro ano de utilização.Em vez disso, o estudo liderado por Stanford estima que o número real esteja mais próximo de apenas 2,5 milhões de mortes evitadas ao longo de toda a pandemia.

 

 

É assim muito difícil digerir as palavras elogiosas que Donald Trump dirigiu a Albert Bourla.

 

Um definitivo compromisso com as trevas.

Não se percebe como é que há populistas  que ainda defendem os actos desta administração, que está a chegar a um ponto máximo de traição do mandato eleitoral, facto que levanta questões prementes, como esta: é pelo voto que os povos poderão libertar-se da tirania das elites leninistas-globalistas?

O exemplo americano informa-nos claramente que não. Nem pouco mais ou menos.

Muito para além do acordo bilionário, o que Donald Trump disse do genocida que dirige uma das mais sinistras corporações da história da humanidade dá vontade de vomitar.

E sim, todos sabemos – não é novidade – que o actual presidente dos EUA nunca percebeu ou nunca quis perceber a calamidade do programa de terapia genética a que foram sujeitas as populações a nível global. Sim, é óbvio que também ele é um dos principais responsáveis por essa catástrofe humanitária, graças à operação Warpspeed que desgraçadamente decretou em 2020.

Mas na altura, tinha a desculpa de que agia de boa fé, e que desconhecia a natureza técnica destas “vacinas”. Agora não. Agora não tem desculpa absolutamente nenhuma.

 

Na companhia de vilões.

A verdade é que Donald Trump parece gostar da companhia de assassinos, senhores da guerra, animais do pântano, ditadores, globalistas e transhumanistas. No seu primeiro mandato rodeou-se de pessoas como Anthony Fauci, John Bolton, Mike Pompeo, Nicky Haley e Bill Barr, e saiu do seu caminho para ir apertar a mão a Kim Jong Un. No segundo mandato, algumas das mais influentes figuras da administração são excessivamente abjectas para vivermos bem com o poder que lhes foi atribuído: Keith Kellogg, Scott Bessent, Kash Patel, Pam Bondi, Marco Rubio, Lidsey Graham. A estas terríficas personagens do estabelecimento globalista de Washington, juntam-se ‘senhores do universo’ com grande influência na sala Oval, como Peter Thiel e Sam Altman, e líderes políticos da estimação de Trump, que entregaram a alma ao Diabo, como Benjanim Netanyahu e Emmanuel Macron (sim, Trump adora-o).

A esta lista de predadores da condição humana, podemos acrescentar os CEO’s das grandes corporações de Silicon Valley, a quem Donald Trump ofereceu recentemente um jantar de gala na Casa Branca, todo repleto de cortesias, amabilidades e promessas de negócios chorudos.

Vão todos arder no inferno. O magnata de Queens incluído.