O director do Instituto Trezeno e autarca do Chega fala de eleições e das expectativas eleitorais do seu partido, projectando também eventuais cenários de ascensão ao poder executivo dos populistas, em Portugal.
Miguel Nunes Silva articula também sobre a sua experiência como director de um Instituto conservador, define o que é afinal o conservadorismo e analisa o contexto político, social e económico na Europa e nos Estados Unidos.
Uma conversa entretida e luminosa com um político e politólogo que contraria a tese, popular nos cafés da esquerda, de que o Chega não tem quadros intermédios qualificados.
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