No carnaval de Charlie Kirk, perdão, no funeral de Charlie Kirk, Tucker Carlson contou uma muito resumida história de Cristo, sugerindo, correctamente, que foi morto porque dizia a verdade na cara das “autoridades” e as “autoridades”, que como todos sabemos são geralmente avessas à verdade, acharam por bem que a solução seria matá-lo, ajudando assim à génese do movimento religioso mais bem sucedido da história da humanidade.
Pareceu-lhe a ideia apropriada à circunstância porque
1- O morto era cristão;
2 – O morto foi morto para que a sua mensagem fosse suprimida, como aconteceu com Cristo;
3 – O seu assassinato projectou e fortaleceu essa mensagem, como também aconteceu com o Nazareno.
Mal sabia o orador da tempestade de ódio e maldizer que ia provocar nas redes sociais; longe estava de prever quanto as suas palavras iam ofender as elites de Washington. Falar de Cristo no funeral de um cristão? Que horror. Isso é de um antissemitismo grotesco! Tucker Carlson tinha acabado de proferir o discurso mais antissemita desde que o Adolfo começou a levantar a voz nas cervejarias de Munique, há coisa de noventa anos atrás.
Complete with a laugh like a cartoon villain, Tucker Carlson uses Charlie Kirk’s funeral to spread an antisemitic blood libel. pic.twitter.com/WPzjn3nxby
— Eylon Levy (@EylonALevy) September 22, 2025
Esta gente não regula bem. E quanto mais histriónicos, mais mostram as cuecas, sujas de fezes sionistas.
Glenn Greenwald analisa e comenta, no clip em baixo, a hiperbólica, despropositada e virulenta onda de indignação que se abateu sobre Carlson, e que mostra bem a influência desmedida, desenfreada e draconiana que o regime Netanyahu exerce nas cúpulas do poder político e mediático dos Estados Unidos.
O Tucker que reforce o seu dispositivo de segurança, porque há neste momento muita gente que não se importava nada de lhe dar o mesmo destino que foi oferecido a Charlie Kirk.
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