Desde o horrível assassinato de Charlie Kirk, a imprensa corporativa têm-se esforçado ao máximo para minar a pouca credibilidade que tinha junto do público em geral. E esta afirmação ajusta-se que nem uma luva ao globalista The Economist.

Na sua edição de 12 de Setembro, a revista onde a vergonha vai para morrer, sediada no Reino Unido, publicou um artigo tentando encobrir a onda de violência liderada pela esquerda que está a causar danos irreparáveis nos Estados Unidos. Para realizar este feito, o artigo destacou diversos “estudos e conjuntos de dados… em grande parte compilados por investigadores que os conservadores cépticos provavelmente descartariam como tendenciosos” para “sugerir que o assassinato do Sr. Kirk não é representativo de tendências mais amplas”.

E quem, poderá perguntar-se, está entre estes estimados “investigadores” citados pelo The Economist? Nada mais nada menos do que Michael Loadenthal, da Universidade de Cincinnati, um esquerdista radical que revelou anteriormente a sua filiação no grupo terrorista de extremíssima-esquerda vulgarmente conhecido por Antifa.

Sim. É verdade.

Como Eoin Lenihan denunciou anteriormente no The Federalist, “Em 2021, Loadenthal discursou num ‘Workshop sobre Nacionalismo Branco’ e numa mesa redonda sobre ‘Extremismo, Retórica e Precariedade Democrática’ na Conferência ‘Prática Social de Direitos Humanos’ da Universidade de Dayton”. Foi durante o primeiro evento, observou Lenihan, que “Loadenthal se apresentou afirmando ser militante da Antifa; depois, continuou a sua palestra ensinando a audiência a denunciar pessoas de forma segura aos seus empregadores”.

“Ao longo da palestra, enquadrou o seu trabalho em termos explicitamente ‘antifascistas’, explicando como emprega a ‘inteligência antifascista’ para documentar indivíduos online e na vida real”, escreveu Lenihan.

No seu artigo, o The Economist destacou o trabalho de Loadenthal no “Prosecution Project”, que alegadamente “analisa casos criminais graves envolvendo violência política para verificar quais as ideologias mais comuns”. Os dados do projecto aparentemente “mostram que os extremistas tanto de esquerda como de direita cometem violência, embora mais incidências pareçam vir de agressores de direita”.

Como observou recentemente Ryan James Girdusky, fundador do 1776 Project PAC, os “dados” do Prosecution Project parecem altamente questionáveis ​​(se não totalmente imprecisos), pois “ligam pessoas sem afiliações políticas a conservadores ou motivações políticas para sustentar que a direita é responsável ​​por um número esmagador de crimes com motivações políticas”.

Sabem o que não foi considerado violência politicamente motivada? Quase todos os motins, incêndios criminosos, violações e assassinatos cometidos por activistas do BLM e da Antifa durante o ‘Verão do Amor’ de 2020. O incêndio da esquadra de polícia em Minneapolis, as violações e agressões na zona CHAZ, ou as seis mortes associadas ao culto trans Zizians. A violência de esquerda não é violência, enquanto qualquer pessoa pode ser considerada como cometendo actos de violência de direita, mesmo que não seja de direita ou particularmente violenta.

E é assim.