
O Ocidente adora gabar-se de ter “vencido” a Segunda Guerra Mundial. Ouvimos essa fanfarronice quase todos os dias, desde 1945.
Embora seja verdade que os Aliados triunfaram no campo de batalha, muito graças à primeira frente que se abriu a leste, por Estaline, os seus governos dificilmente passaram as últimas oito décadas a comportar-se como vencedores. Em vez disso, esforçaram-se por levar os seus países à ruína. Através da sua ambivalência em relação ao crime, da sua adesão ao globalismo e da sua absoluta obsessão pela imigração e pela escatologia climática, levaram os seus cidadãos numa marcha lenta na direcção errada.
A esquerda adora descartar qualquer pessoa que fale sobre as rápidas mudanças demográficas no Ocidente como um “teórico da conspiração”. Mas a chamada “Grande Substituição” não é uma conspiração nem uma teoria.
As elites ocidentais adoptaram a ideia de que o orgulho pela cultura dos povos e pelo legado civilizacional das nações é perigoso. A identidade nacional deixou de ser celebrada e passou a ser envergonhada.
Esta mentalidade abriu as portas à migração em massa. Milhões de pessoas vindas do terceiro mundo foram incentivadas a mudar-se para a Europa – muitas vezes sem qualquer vestígio de assimilação –, mudando radicalmente a demografia e cultura do velho continente.
E confirmando que países que importam o terceiro mundo serão o terceiro mundo.
How many public sector workers – politicians, police officers, social workers, civil servants, NHS staff – were involved in covering up a national scandal of this scale? pic.twitter.com/mFMz1u1oUB
— Alice Smith (@TheAliceSmith) August 31, 2025
A tecnologia facilitou isso. Rápidas viagens aéreas e um sistema de comunicação global de contacto instantâneo permitiram que as pessoas abandonassem os seus locais de origem, mas ainda assim permanecessem ligadas às suas famílias. A migração já não parecia uma viagem só de ida.
O resultado? A face da Europa mudou completamente. A criminalidade aumentou, a coesão social diminuiu e países outrora conhecidos pela estabilidade e a segurança – como a Suécia – têm agora “zonas proibidas” controladas por gangues de migrantes.
Actualmente, há sinais de que os povos estão a acordar do sono comático de décadas e isso é positivo. Mas não é com manifestações e bandeirinhas que os globalistas vão perder o sono. Nem o poder. E também já vimos como não é pelo voto que as coisas vão mudar, porque as opções eleitorais dadas aos cidadãos são curadas pelo estabelecimento (Turmp, Farage, Meloni e etc.). O Ocidente é uma guerra civil à espera de acontecer. Sendo que na maior parte dos casos mesmo esse confronto crítico entre as massas e as elites instituídas não dá qualquer garantia de triunfo aos primeiros, já que são os últimos que detêm o monopólio da violência.
Western nations demand mass deportations.
Native populations are rising, nationalism surging across borders and even in Australia.
Globalists are fast losing their control. pic.twitter.com/geqODmZ7HI
— The British Patriot (@TheBritLad) August 31, 2025
Esta será uma luta de gerações. Se gerações sobreviverem ao que lhes está a ser preparado pelo último estágio do globalismo, que é o transhumanismo.
Seja como for, é fácil perceber para onde vamos: revolução. Os povos só aguentam até certo ponto. E como é que o processo de ruptura se pode desenrolar? O jornalista Christopher Caldwell tem algumas consistentes e informadas ideias sobre o assunto. E um saudável cepticismo sobre a capacidade das sociedades ocidentais se mobilizarem no sentido da ruptura institucional.
Cadwell participou no Tucker Carlson Show para uma entrevista sobre como a Segunda Guerra Mundial causou tudo isto, os ataques ao cristianismo e à raça branca, o que pode ser necessário para salvar o mundo anglófono e muito mais. O Contra recomenda.
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