Por esta altura, os memes escrevem-se sozinhos, no Reino Unido, e o primeiro-ministro Keir Starmer acabou de nomear a muçulmana de extrema-esquerda Shabana Mahmood como ministra do Interior da Grã-Bretanha, o cargo responsável pela segurança das fronteiras, imigração, policiamento e segurança nacional.
A política do Partido Trabalhista, obcecada pela islamofobia e criada em parte na Arábia Saudita, era anteriormente ministra da Justiça, supervisionando a libertação antecipada de criminosos e o encarceramento de muitas pessoas que se manifestaram contra a imigração descontrolada ou a criticaram online após o esfaqueamento de crianças Southport, por um adolescente de origem migrante.
A nomeação de Mahmood segue-se à saída da vice-primeira-ministra Angela Rayner do seu cargo, decorrente de um escândalo relacionado com um processo de fuga ao fisco, e à sua substituição por David Lammy. A ascensão de Mahmood despertou reacções de ira e espanto por parte do público britânico, dado o seu historial como ministra da Justiça e o seu desejo aparente de relaxar acrescidamente as políticas de fronteira e asilo do país e tomar medidas ainda mais draconianas contra a “islamofobia”, numa altura em que os britânicos já enfrentam restrições severas à liberdade de expressão.
Como secretária da Justiça, Mahmood implementou um esquema de libertação antecipada para milhares de prisioneiros, alegadamente para aliviar a superlotação das prisões britânicas, que rapidamente voltaram a ficar superlotadas com nativos detidos por crimes de pensamento e opinião. Os infractores libertados foram vistos a comemorar fora das prisões, alguns a abrir garrafas de champanhe, e muitos violaram rapidamente as suas condições de libertação, levando ao seu regresso à prisão. Mesmo assim, Mahmood interveio para garantir que esses prisioneiros fossem elegíveis para libertação antecipada novamente após apenas 28 dias, com a Comissária das Vítimas, Baronesa Newlove, a expressar “sérias preocupações” sobre esta decisão, que traumatizava novamente as vítimas.
Como ministra do Interior, parece improvável que Mahmood tome medidas para redireccionar os recursos das forças policiais para além do policiamento da opinião pública e mais improvável ainda que tente controlar os fluxos de imigração que continuam a bater recordes de entradas no Reino Unido. Em 2024, a senhora alegou que havia ocorrido “uma explosão de islamofobia desde 7 de outubro”, mas também, convenientemente, “uma enorme subnotificação do problema”, o que lhe permitiu justificar a perseguição agressiva dos cidadãos, sem evidências estatísticas.
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