A Grã-Bretanha está a caminho de perder 16.500 milionários em 2025, o maior êxodo de residentes ricos do país desde que se faz esse registo estatístico. Esta onda de emigração é diametralmente oposta ao aumento das travessias do Canal da Mancha em pequenas embarcações por parte de imigrantes ilegais, que também estão a bater recordes sob o comando do Partido Trabalhista do primeiro-ministro Sir Keir Starmer.
Os Emirados Árabes Unidos (EAU) deverão ser os que mais beneficiam desta saída, prevendo-se que 9.800 milionários se mudem para lá em 2025, trazendo consigo cerca de 63 mil milhões de dólares em activos para investimento. Globalmente, projecta-se que 142.000 indivíduos com elevado património líquido abandonem o Reino Unido, um aumento de 16% em relação a 2024.
O Dr. Juerg Steffen, CEO da Henley & Partners — que se descreve como “líder global em residência e cidadania por investimento” — enfatizou a importância desta mudança:
“2025 marca um momento crucial. Pela primeira vez numa década de monitorização, um país europeu lidera o mundo em saídas de milionários. Não se trata apenas de mudanças no regime fiscal. Reflecte uma percepção cada vez mais profunda entre os ricos de que as maiores oportunidades, a liberdade e a estabilidade estão noutro lugar.”
A tendência foi observada logo no início deste ano na capital britânica, Londres, quando o centro financeiro saiu da lista das cinco cidades mais ricas do mundo devido à fuga de milionários da cidade hiperdiversa e multicultural.
Escusado será dizer que estas elites financeiras que agora se escapam de terras de S. Majestade o Rei WEF, são também responsáveis pelo ambiente político globalista, a imigração desregrada e a manipulação dos mercados direccionada para os lucros corporativos, que se vive no Reino Unido, e que depois de ajudarem a destruir o país, vão agora à procura de outros territórios onde possam pressionar os governos locais no sentido de aplicarem exactamente as mesmas políticas destrutivas.
Porque o tempo em que o capitalismo enriquecia as sociedades já passou há várias décadas.
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