Jovens corajosas precisam agora de se armar contra ameaças que os líderes leninistas-globalistas do Reino Unido nem sequer reconhecem. É o colapso da lei e da ordem e da justiça e da dignidade humana, em tempo real e perante a plateia global.

Os políticos falam duro contra o crime, mas quando uma escocesa de 14 anos se levanta para proteger a sua irmãzinha da ameaça de um estranho ameaçador, adivinhem quem é acusado?

Não o agressor — ela.

Esta é a realidade invertida do Reino Unido moderno, onde a autodefesa é crime e os imigrantes ilegais vagueiam livremente, cometendo atrocidades enquanto o sistema os protege. É ultrajante, é perigoso e está na altura de lhe chamarmos ao fenómeno aquilo que realmente é: uma traição ao povo por parte de elites que dão prioridade às fronteiras abertas em detrimento da segurança dos cidadãos.

Em Dundee, na Escócia, na noite de 24 de Agosto de 2025, a polícia acusou uma adolescente de 14 anos de posse ilegal de arma branca, depois de ter sido filmada a empunhar uma faca e um machado, no que parece ser claramente um acto desesperado de legítima defesa.

 

 

O incidente ocorreu por volta das 19h40 na St. Ann Lane, na região de Lochee, após relatos de uma jovem que transportava armas. Os serviços de emergência responderam rapidamente, com veículos policiais avistados no parque de estacionamento da Rua Balgay, nas proximidades, enquanto os agentes investigavam.

Um vídeo do confronto, que se tornou viral nas redes sociais, mostra um homem com sotaque do Médio Oriente a aproximar-se de duas raparigas e a exigir repetidamente: “Mostrem a faca! Mostrem a faca!”. enquanto filma a circunstância, aparentemente reunindo provas para incriminar as meninas.

A mais velha, segurando uma faca na mão direita e um machado na esquerda, revela as armas enquanto grita:

 “Sai de perto de nós! Não toques na minha irmãzinha, ela tem doze anos, porra!”

A menina armada aponta a faca ao homem e avisa-o: “Espera até te apanhar”, enquanto as duas recuam.

Um porta-voz da Polícia Escocesa declarou a este propósito:

“Por volta das 19h40 de sábado, recebemos um relato de uma jovem com uma arma branca em St. Ann Lane, Dundee. Os agentes compareceram e uma rapariga de 14 anos foi acusada do crime. Será denunciada às autoridades competentes”.

É repugnante. Mas é real. Ausente do comunicado oficial está qualquer menção ao homem que filma ou às suas acções, ou até ao motivo que levou as meninas a reagirem desta forma, mesmo com o vídeo o mostrar a avançar persistentemente, apesar dos apelos das raparigas para que fossem deixadas em paz.

 

 

A reação do público no X foi de amplo apoiou às raparigas, destacando o contexto incompleto do vídeo. Um utilizador comentou:

“Aquela menina tem mais coragem do que a maioria dos ‘homens’ do Reino Unido… juntos. Onde estão os homens?”

Outro observou:

“Ele continuou a vir na direcção delas, apesar dos gritos para as deixarem em paz. Quando o vemos a afastar-se? Quando ela lhe mostra que não está indefesa.”

A congressista americana Marjorie Taylor Greene (R-GA), opinou:

“Esta menina corajosa é o tipo de refugiada que quero que venha para os Estados Unidos. Não consigo compreender que tipo de governo não a protege e se recusa a acabar com as violações em massa.”

 

 

Não se trata de um caso isolado.

Este caso sublinha uma verdade assustadora: a legítima defesa, mesmo para crianças, é hoje ilegal na Escócia e noutros países que estão a ser invadidos por imigrantes ilegais, enquanto estes escapam impunes a assassinatos e violações que cometem.

Como o Contra tem documentado, as polícias e instâncias judiciais britânicas têm por hábito perdoar os criminosos e punir as vítimas ou aqueles que denunciam os crimes. Um imigrante alojado no Britannia, um hotel de 4 estrelas no centro de Londres, decidiu por bem invadir propriedade alheia. A proprietária chamou a polícia, que deixou o imigrante em liberdade e preferiu prender… a queixosa. Uma cidadã britânica, atacada e cuspida na rua por um imigrante, foi sujeita a um sermão da polícia sobre o uso de linguagem politicamente incorrecta no rescaldo do incidente.

Enquanto os gangues paquistaneses de violadores de menores são activamente protegidos pelo Estado, um pai que denunciou à polícia que a sua filha tinha sido violada, recebeu das autoridades o conselho de “esquecer o assunto” ou “seria preso por ser racista.”

 

Números assustadores.

A 20 de Agosto de 2025, um número impressionante de 27.997 migrantes terá atravessado o Canal da Mancha em pequenas embarcações – um aumento de 45% em relação aos 18.342 registados no mesmo período de 2024, marcando o ritmo de crescimento dos desembarques mais rápido desde o início dos registos.

A migração líquida geral atingiu níveis insustentáveis, atingindo um pico de mais de 1 milhão anualmente. Os pedidos de asilo atingiram os 85.112 entre Março de 2024 e Março de 2025, um aumento de 15%.

Embora os números específicos da Escócia sejam frequentemente incorporados nos dados de todo o Reino Unido, os efeitos colaterais são claros: o crime organizado aumentou, com grupos criminosos a lucrar com travessias perigosas.

Pior ainda, as taxas de criminalidade entre os imigrantes ilegais estão a alimentar a fúria pública. Os dados oficiais revelam que mais de 19.000 estrangeiros delinquentes aguardavam deportação no final de 2024.

Na Escócia e no Reino Unido, a imigração em massa tem sido associada a um aumento de crimes graves, sendo que os afegãos e os eritreus têm 20 vezes mais probabilidades de serem condenados por crimes sexuais em comparação com os cidadãos britânicos, de acordo com a análise de dados da polícia.

Relatos da imprensa destacam a actividade criminosa generalizada de migrantes ilegais alojados em hotéis de asilo, incluindo assassinatos, furtos, agressões, assédio e estupro.

Os factos falam por si: os imigrantes que atravessam o Canal da Mancha estão desproporcionalmente envolvidos em crimes passíveis de prisão, e as próprias estatísticas do governo mostram um aumento dos detenções ligadas ao tráfico humano, ao trabalho ilegal e ao crime organizado.