Como acontece com frequência assombrosa, o que antes era descartado como uma “teoria da conspiração” é agora facto científico.

Um novo estudo revisto por pares realizado na República Checa revelou uma tendência preocupante: em 2022, a fertilidade das mulheres vacinadas contra a COVID-19 diminuiu em 33%, comparativamente com as que não foram vacinadas.

O estudo, abrangente, analisou dados de 1,3 milhões de mulheres dos 18 aos 39 anos.

Veja o que os números revelam e o que podem significar para a humanidade.

 

 

 

A investigação foi publicada pelo professor Manniche e colegas no International Journal of Risk & Safety in Medicine, uma revista legítima, com revisão por pares e respeitada pelo seu foco na segurança do doente e na vigilância da indústria farmacêutica.

O estudo foi realizado entre Janeiro de 2021 e Dezembro de 2023 e examinou 1,3 milhões de mulheres dos 18 aos 39 anos. Até ao final de 2021, aproximadamente 70% delas tinham recebido pelo menos uma dose da vacina contra a COVID-19, sendo que 96% da amostra vacinada tinha recebido a vacina da Pfizer ou da Moderna.

Em 2022, a diferença era já gritante.

O grupo vacinado teve uma média de cerca de 4 concepções bem-sucedidas por cada 1000 mulheres por mês. Uma “concepção bem-sucedida” significa uma gravidez que levou a um nascimento vivo nove meses depois. Isto representa uns impressionantes 33% menos do que os 6 por 1.000 observados no grupo não vacinado.

Ou seja: por cada 2 mulheres vacinadas que conceberam e deram à luz com sucesso, 3 mulheres não vacinadas fizeram o mesmo.

Em 2022, as mulheres não vacinadas tinham 1,5 vezes mais probabilidades de ter uma conceção bem-sucedida.

Os autores não se precipitaram na conclusão de que o seu estudo comprovava a causalidade. No entanto, observaram que outras explicações não justificam o momento e a escala da queda observada na fertilidade.

Além disso, as taxas de natalidade na República Checa caíram de 1,83 por 1.000 mulheres em 2021 para 1,37 em 2024, acrescentando mais provas de que as vacinas contra a COVID-19 podem estar a contribuir para o declínio da fertilidade.

 

 

Milhões de bebés podem desaparecer todos os anos em resultado da vacinação contra a COVID, e dados recentes da Europa e de outros países apontam já para uma tendência profundamente preocupante.

A Europa registou um declínio mais acentuado dos nascimentos do que o habitual entre 2021 e 2023.

Os nados-vivos desceram de 4,09 milhões em 2021 para 3,67 milhões em 2023, marcando uma queda de 10,3% em apenas dois anos.

 

 

O novo estudo checo acrescenta evidências crescentes de que as vacinas contra a COVID podem estar a contribuir para um declínio drástico da fertilidade, tal como muitos temiam desde o início.