Cientistas das forças armadas israelitas modificaram geneticamente uma das armas biológicas mais mortíferas conhecidas pelo homem — a Yersinia pestis, a bactéria que causa a peste pneumónica — e, de seguida, usaram o seu material genético alterado para desenvolver uma nova vacina mRNA que programa células humanas para fabricar proteínas da peste mais virulentas para o sistema imunológico.
O controverso trabalho dos israelitas sucede após o exército norte-americano ter aplicado a engenharia genética do ADN da peste à E. coli, utilizando o CRISPR — uma medida detalhada num estudo revisto por pares poucas semanas antes da Organização Mundial de Saúde ter acrescentado a Peste Negra à sua lista oficial de pandemias em observação, levantando novas preocupações sobre o desenvolvimento de armas biológicas.
Ao contrário dos EUA, da China e da Rússia, Israel nunca ratificou a Convenção sobre Armas Biológicas — o que significa que a sua bioengenharia militar da bactéria da peste e a inserção dos seus genes de virulência numa vacina de mRNA ocorrem fora do âmbito vinculativo da legislação internacional sobre armas biológicas.
Um estudo revisto por pares publicado em abril na Advanced Science descreve como os investigadores do Instituto de Investigação Biológica de Israel (IIBR) excluíram um gene crítico chamado “caf1” de uma estirpe de peste totalmente virulenta (Kimberley53), criando uma nova forma mutante de Y. pestis que não possui a cápsula de protecção imunitária.
A bactéria modificada, denominada estirpe F1⁻, foi utilizada para simular um cenário de escape à vacina e testar a eficácia da vacinação com mRNA na protecção contra ameaças projectadas. No estudo, lemos:
“A construção do mutante F1⁻ Kimberley53 foi realizada substituindo parte da sequência codificante do gene caf1 por um fragmento linear contendo a cassete de resistência KanR.”
Após a manipulação genética, a equipa utilizou segmentos do gene da peste para construir o núcleo de uma nova vacina de mRNA. A vacina contém duas sequências sintéticas de mRNA — cada uma derivada de genes de virulência da peste — que comandam as células humanas para fabricar versões modificadas de:
– LcrV, uma proteína que aumenta a capacidade da Y. pestis de suprimir as respostas imunitárias e de se ligar às células humanas através do seu sistema de secreção do Tipo III;
– F1, uma proteína formadora de cápsulas que ajuda a bactéria da peste a evitar a detecção e a destruição pelo sistema imunitário do hospedeiro.
Estas proteínas da peste foram posteriormente alteradas através da fusão com o domínio Fc (anticorpo) humano para aumentar a sua imunogenicidade e distribuição celular. Isto resultou numa vacina que obriga o organismo a produzir duas proteínas da peste geneticamente modificadas, uma que imita o mecanismo de ataque da bactéria e outra que imita o seu escudo defensivo.
m1Ψ: O ingrediente do mRNA sintético ligado à imunidade e ao crescimento do cancro.
Todo o mRNA utilizado foi quimicamente alterado com a base sintética N1-metil-pseudouridina (m1Ψ), um nucleótido sintético associado ao escape imunitário e à expressão proteica prolongada — características já relacionadas com os riscos das vacinas contra a COVID-19.
Um estudo liderado pela Universidade de Cambridge e publicado na Nature descobriu que cerca de um terço dos receptores da vacina mRNA contra a COVID produzem proteínas “desviantes” não intencionais devido a erros de deslocamento de estrutura causados pelo m1Ψ — levando o sistema imunitário a atacar as próprias células do corpo, um mecanismo que pode contribuir para doenças auto-imunes.
Um outro estudo revisto por pares publicado no International Journal of Biological Macromolecules descobriu que o ingrediente m1Ψ da vacina de mRNA contra a COVID estimula significativamente o crescimento e a metástase do cancro, com os autores a alertar que as vacinas de mRNA COVID podem auxiliar na progressão tumoral e na imunossupressão, especialmente em doentes que recebem múltiplas doses de reforço.
Biodefesa ou Guerra Biológica? Vacina israelita contra a peste desperta preocupações relacionadas com a bioética.
O projecto israelita foi conduzido sob a bandeira da preparação para pandemias e da biodefesa, com o apoio do Conselho Europeu de Investigação e do programa Horizon 2020 EXPERT, e o envolvimento directo do IIBR — uma infraestrutura amplamente conhecida pela sua investigação militar e desenvolvimento de armas biológicas.
Estas experiências — por envolverem a modificação genética de uma arma biológica de Nível 1 (Y. pestis) e a expressão dos seus genes de virulência em sistemas de mamíferos — estavam legalmente obrigadas a cumprir tratados internacionais rigorosos, como a Convenção sobre Armas Biológicas e as leis nacionais de biossegurança, sob supervisão de alto nível e com total aprovação ética e regulamentar.
Não foi o caso. E na verdade, o que os cientistas das forças armadas fizeram foi uma arma biológica terrível: um virús da peste negra especialmente desenhado para suprimir completamente o sistema imunológico humano. As implicações são dantescas.
Um laboratório estatal:
– Desenhou uma versão mutante da peste,
– Utilizou os seus genes de virulência para criar uma plataforma de mRNA,
– Instruiu a biologia humana a fabricar proteínas bacterianas originalmente evoluídas para atacar e escapar ao sistema imunitário.
À medida que as agências globais pressionam por plataformas de vacinas rápidas capazes de responder a ameaças biológicas, a normalização da engenharia genética de agentes de guerra biológica de Nível 1 e a incorporação dos seus componentes em vacinas levantam questões éticas, geopolíticas e securitárias urgentes.
Sob o pretexto de preparação para pandemias, cientistas israelitas modificaram geneticamente a peste — um dos agentes patogénicos mais mortíferos conhecidos pelo homem — e usaram os seus genes alterados de armas biológicas para criar uma vacina de mRNA que obriga o corpo humano a fabricar proteínas concebidas pela natureza para suprimir a imunidade, enquanto outros estudos confirmam que a mesma plataforma de mRNA corre o risco de desencadear doenças auto-imunes e acelerar o cancro.
A definição de uma obra ao negro.
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