Um alto quadro da inteligência cibernética israelita, que trabalha directamente para o gabinete de Benjamin Netanyahu, fugiu para o seu país após ser preso numa operação dirigida a pedófilos no estado do Nevada, EUA.
A polícia de Las Vegas, em colaboração com o FBI, o Departamento de Segurança Interna e o Grupo de Intervenção contra Crimes na Internet do Nevada, anunciou na semana passada a prisão de oito homens, incluindo Tom Artiom Alexandrovich.
Alexandrovich, de 38 anos, actua como chefe interino de Dados e IA na Direcção Nacional de Cibersegurança de Israel, e é o fundador da iniciativa multimilionária “Cyber Dome”. O programa é equipado com IA para detectar, neutralizar e repelir ameaças cibernéticas antes que elas atinjam sistemas críticos. O sionista tem acesso profundo aos segredos cibernéticos de Israel e parcerias confidenciais com potências estrangeiras.
BREAKING: 🚨 The executive director of Israel’s National Cyber Directorate was arrested in Las Vegas in a child predator ring sting
He worked under Netanyahu, so he was allowed to go back to Israel without trial
Israelis can come to America and rape your children with impunity,… pic.twitter.com/yu4QpbR1P6
— Khalissee (@Kahlissee) August 15, 2025
De acordo com as autoridades de Las Vegas, Alexandrovich e outros foram acusados de aliciar uma criança com um computador para um acto sexual. Em Nevada, este crime é punível com uma pena de até 20 anos de prisão.
O pedófilo estava em Las Vegas para uma conferência profissional, não como diplomata registado, pelo que não tinha imunidade diplomática. No entanto, as autoridades americanas permitiram que embarcasse num avião e regressasse a Israel em poucos dias, sem julgamento, condições de fiança ou qualquer explicação pública.
O meio de comunicação israelita Ynet informou apenas que Alexandrovich foi “brevemente detido para interrogatório… antes de ser libertado e regressar a Israel”, sem mencionar as acusações criminais ou a operação conjunta de várias agências contra predadores infantis liderada pelas autoridades americanas.
A 11 de Janeiro deste ano, Ivor Caplin, ex-membro do parlamento britânico com laços funcionais com a inteligência israelita, líder do Movimento Trabalhista Judaico (JLM) e activista LGBT, foi preso pela Polícia de Sussex, no Reino Unido, por se envolver em comunicações de âmbito sexual com uma criança. Foi posteriormente libertado sob fiança, prorrogada várias vezes.
Aparentemente, há pedófilos que são menos pedófilos que os outros pedófilos e os sionistas podem agora violar os filhos dos americanos e dos britânicos impunemente.
É espantoso.
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