Em Rotherham, Inglaterra, cinco mulheres que foram vítimas de gangues de violadores muçulmanos na infância também apresentaram queixas de abusos por parte da polícia. Uma mulher relata ter sido violada por um polícia de South Yorkshire num veículo identificado, sob a ameaça de ser devolvida aos seus agressores caso resistisse.

O Relatório Jay de 2014 identificou anteriormente que mais de 1.400 raparigas, na sua maioria brancas, foram abusadas por gangues compostos principalmente por homens muçulmanos de ascendência paquistanesa em Rotherham entre 1997 e 2013. A nova investigação da unidade de crimes graves do departamento de polícia de South Yorkshire (SYP) procura investigar o envolvimento de agentes da polícia nestes actos hediondos. No entanto, a Professora Alexis Jay, que liderou o inquérito inicial, manifestou o seu choque com a auto-investigação do SYP e sugeriu que um organismo independente deveria tratar do assunto.

A BBC refere ter ouvido depoimentos de 30 mulheres, com alegações de má conduta por parte de polícias durante o mesmo período em que foram alvo de gangues de aliciamento. Estes relatos foram recolhidos pela Switalskis Solicitors, que também está a intentar uma acção civil contra a força policial. “Não houve responsabilização na cidade — e sem responsabilização, continuará a haver desconfiança na Polícia de South Yorkshire”, afirmou Amy Clowrey, da Switalskis.

“Estou certo de que a verdade completa em termos do nível de corrupção e da sua extensão em Rotherham ainda não foi revelada”, disse outro membro do mesmo escritório de advogados.

Dois ex-policiais já tinham sido detidos, em Fevereiro deste ano, depois de terem sido acusados de má conduta em funções públicas e de terem abusado sexualmente de menores numa cidade inglesa onde um grupo muçulmano de violadores operou durante mais de uma década.

Entretanto, outro encobrimento foi revelado: as mulheres policias que tinham sido encarregadas de investigar esses escândalos estavam, na verdade, a formar relações com os membros dos gangues, a dormir com eles e, em muitos casos, a contar aos criminosos o que a polícia estava a planear fazer e como evitar serem incriminados.

Em 2023, Samantha Smith foi à GB News falar sobre a violação continuada de crianças em Telford por grupos de adultos de etnia muçulmana e denunciar a total indiferença das ‘autoridades’ face a essa sinistra realidade. Acto contínuo: foi visitada pela polícia e tratada como criminosa.

Apesar de ser um flagelo de factualidade amplamente demonstrada, e o exemplo mais degradante da falência da ‘diversidade’ na Europa, os principais responsáveis pela impunidade da actividade criminosa dos muçulmanos violadores de menores no Reino Unido continuam por ser identificados e penalizados de acordo com a lei.

Com a entrada em vigor do “Oline Safety Act” é até neste momento interdito aos cidadãos britânicos a obtenção de informação sobre o assunto e correspondente publicação nas redes sociais.