Num ataque súbito de vergonha na cara, os membros do Comité Olímpico e Paralímpico dos EUA alinharam-se com a agenda da administração Trump e proibiram efectivamente os homens de competir em desportos femininos.

Esta revisão da política instituída não menciona especificamente os atletas transgénero, mas confirma que o comité estará em conformidade com a Ordem Executiva 14201 que o presidente Trump assinou em Fevereiro e que ordena que os homens devem ser excluídos dos desportos femininos.

Na actualização da política, e assumindo claramente que até aqui estavam a promover condições de competição injustas para as atletas americanas, o comité afirmou:

“Estamos a garantir que as mulheres tenham um ambiente de competição justo e seguro”.

A mudança ocorre após reacções negativas globais em relação a competições recentes – de que talvez o mais chocante exemplo seja o do o argelino Imane Khelif, que falhou no teste genético de género, mas ganhou a medalha de ouro na categoria peso meio-médio feminino no torneio olímpico de boxe dos Jogos de Paris.

Uma sondagem recente da NBC revelou que 75% dos americanos se opõem à participação de homens em desportos femininos – incluindo dois terços da Geração Z.

Os Jogos Olímpicos de Verão de 2028 serão realizados em Los Angeles, e Trump ainda estará no cargo.

A última palavra fica com o ex-nadador da NCAA Riley Gaines, que escreveu no X:

“É difícil aplaudir uma organização por simplesmente seguir a lei, mas, mesmo assim, esta é uma vitória.”

Exactamente.